“É nos doentes com uma terapêutica antifúngica eficaz nas primeiras 24 horas que faz a diferença no prognóstico e os doentes podem sobreviver se tiverem níveis terapêuticos de antifúngicos adequados.” Quem o afirma é João Pedro Baptista, de Medicina Intensiva no Hospital da Universidade de Coimbra, sobre a sua sessão…
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