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	<title>Arquivo de Atualidade - My Infecciologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças infecciosas.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 18 Aug 2026 14:11:15 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Atualidade - My Infecciologia</title>
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		<title>Programa Gilead GÉNESE: Apoio estratégico à investigação  e comunidade em Virologia com candidaturas abertas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 14:11:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está a decorrer o período de submissão de candidaturas à 12.ª edição do Programa Gilead GÉNESE, Com foco em projectos de iniciativa comunitária e de investigação em Virologia — área que abrange desafios críticos como o VIH, hepatites virais e outras patologias infeciosas — e na oncologia, esta iniciativa continua a ser um dos pilares [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Está a decorrer o período de submissão de candidaturas à 12.ª edição do Programa Gilead GÉNESE, Com foco em projectos de iniciativa comunitária e de investigação em Virologia — área que abrange desafios críticos como o VIH, hepatites virais e outras patologias infeciosas — e na oncologia, esta iniciativa continua a ser um dos pilares de responsabilidade social corporativa no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta edição, o programa introduz alterações significativas no regulamento para incentivar uma investigação mais próxima da prática clínica. Na vertente de Investigação, a Gilead procura projetos que respondam a desafios específicos dentro das áreas terapêuticas apoiadas, promovendo uma abordagem multidisciplinar e colaborativa. O objetivo é claro: traduzir o conhecimento científico em resultados concretos que melhorem a prática clínica diária e a vida dos doentes infeciosos. Os projetos de investigação aprovados podem receber um apoio financeiro até 40 mil euros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Complementarmente, a vertente de Comunidade mantém o seu papel vital na saúde pública. O programa convida organizações a apresentarem projetos de intervenção focados em três pilares fundamentais para o controlo de doenças infeciosas: prevenção de novas infeções; rastreio e diagnóstico precoce, essenciais para a retenção dos doentes no sistema de saúde; qualidade de vida dos pacientes.<br>Para iniciativas comunitárias, o financiamento poderá atingir os 30 mil euros por projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As candidaturas para a 12.ª edição do Programa Gilead GÉNESE devem ser submetidas exclusivamente através do <a href="https://www.gileadgenese.pt">portal oficial  </a>até ao dia 30 de setembro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>INEM  e especialistas lançam recomendações nacionais para a gestão da sépsis no pré-hospitalar</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/inem-e-especialistas-lancam-recomendacoes-nacionais-para-a-gestao-da-sepsis-no-pre-hospitalar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 13:16:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sépsis, uma emergência médica tempo-dependente, conta agora com diretrizes nacionais específicas para a sua abordagem no contexto pré-hospitalar. Publicado na Acta Médica Portuguesa, o documento &#8220;Management of the Patient with Suspected Sepsis or Septic Shock: Clinical Recommendations for the Portuguese Prehospital Setting&#8221; surge como resposta à necessidade de otimizar a identificação e tratamento precoce [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A sépsis, uma emergência médica tempo-dependente, conta agora com diretrizes nacionais específicas para a sua abordagem no contexto pré-hospitalar. Publicado na Acta Médica Portuguesa, o documento &#8220;Management of the Patient with Suspected Sepsis or Septic Shock: Clinical Recommendations for the Portuguese Prehospital Setting&#8221; surge como resposta à necessidade de otimizar a identificação e tratamento precoce destes doentes em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sépsis é reconhecida pela sua elevada morbilidade e mortalidade, sendo a rapidez na sua identificação e gestão um fator determinante para o prognóstico do doente. Apesar da existência da Via Verde da Sépsis, a Direção-Geral da Saúde (DGS) identificou um sub-registo de casos suspeitos, o que evidenciou a necessidade urgente de rever os critérios de alerta. Perante este cenário, um grupo de especialistas, em colaboração com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), desenvolveu as primeiras recomendações nacionais para a gestão desta patologia no pré-hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas recomendações baseiam-se numa revisão exaustiva da literatura e no consenso internacional, adaptando as diretrizes à realidade operacional do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo guia define critérios de inclusão e exclusão para a ativação do alerta de sépsis, privilegiando a identificação precoce através de sinais de infeção ou alterações da temperatura, em conjugação com sinais de disfunção orgânica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao artigo <a href="https://actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/view/24178">aqui</a>. </p>
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		<item>
		<title>Investigadora da UCP recebe bolsa europeia &#8220;Proof of Concept&#8221; para desenvolver nova classe de antivirais</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/investigadora-da-ucp-recebe-bolsa-europeia-proof-of-concept-para-desenvolver-nova-classe-de-antivirais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:36:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A investigadora do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa (UCP), Maria João Amorim, foi distinguida com uma bolsa Proof of Concept (PoC) do Conselho Europeu de Investigação (ERC). O financiamento, no valor de 150.000 euros, será aplicado no desenvolvimento do projeto LOFlu_TREAT, que propõe uma abordagem inovadora para [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A investigadora do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa (UCP), Maria João Amorim, foi distinguida com uma bolsa Proof of Concept (PoC) do Conselho Europeu de Investigação (ERC). O financiamento, no valor de 150.000 euros, será aplicado no desenvolvimento do projeto LOFlu_TREAT, que propõe uma abordagem inovadora para combater o vírus da gripe A.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto visa criar uma nova classe de antivirais, denominada vRNP-clips, que atua de forma distinta dos tratamentos atuais. Enquanto os antivirais tradicionais focam-se na inibição de funções enzimáticas — alvos frequentes de mutações virais que conferem resistência —, a nova estratégia da equipa de Maria João Amorim centra-se no bloqueio das propriedades físicas das estruturas virais. Esta metodologia promete reduzir significativamente a capacidade do vírus desenvolver mecanismos de escape e aumentar a seletividade, minimizando o impacto em células saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O projeto, que denominamos por LOFlu_TREAT, representa uma mudança radical relativamente ao desenho tradicional de antivirais”, revela a investigadora Maria João Amorim, líder do projeto e do Laboratório de Biologia Celular da Infeção Viral do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa (UCP). “Em vez de inibir funções enzimáticas que os vírus conseguem frequentemente contornar através de mutações no RNA que codifica as enzimas e outras proteínas virais, a nossa estratégia visa bloquear as propriedades físicas das estruturas virais. Isto abre uma modalidade terapêutica completamente nova no campo dos antivirais,” explica a investigadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma duração prevista de 18 meses, o LOFlu_TREAT poderá ter um impacto que extravasa o tratamento da gripe. Segundo os investigadores do CBR, foram identificadas estruturas semelhantes noutros agentes patogénicos, como o VIH, o Ébola e o vírus sincicial respiratório, sugerindo que esta tecnologia poderá abrir caminho para uma nova geração de antivirais aplicável a diversas doenças infecciosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto pretende agora avançar até uma fase de validação pré-clínica, aproximando esta inovação de futuros ensaios em humanos e demonstrando o papel fundamental da investigação básica no desenvolvimento de soluções de saúde globais.</p>
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		<item>
		<title>AMM em audição parlamentar: Debate sobre falhas no reconhecimento da COVID Longa e EM/SFC</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/amm-em-audicao-parlamentar-debate-sobre-falhas-no-reconhecimento-da-covid-longa-e-em-sfc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Aliança Millions Missing Portugal (AMM) levou à Comissão de Saúde da Assembleia da República uma petição premente sobre os desafios da COVID Longa e da Encefalomielite Miálgica/Síndrome de Fadiga Crónica (EM/SFC). A audição foi marcada pelo reconhecimento transversal, por parte dos deputados, das dificuldades estruturais que os doentes enfrentam no acesso a diagnóstico, acompanhamento [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Aliança Millions Missing Portugal (AMM) levou à Comissão de Saúde da Assembleia da República uma petição premente sobre os desafios da COVID Longa e da Encefalomielite Miálgica/Síndrome de Fadiga Crónica (EM/SFC). A audição foi marcada pelo reconhecimento transversal, por parte dos deputados, das dificuldades estruturais que os doentes enfrentam no acesso a diagnóstico, acompanhamento clínico e proteção social, num cenário que a AMM classifica como um “limbo clínico”.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da sessão, que decorreu a 28 de maio, representantes da AMM, especialistas e deputados discutiram a realidade vivida por milhares de pessoas em Portugal, frequentemente sem orientação clínica consistente e sujeitas a percursos prolongados sem diagnóstico, sem acompanhamento especializado ou orientação clínica coerente dentro do SNS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Durante a audição, Dora Sargento — médica de Medicina Interna e doente crónica após cinco infeções por Covid-19 — descreveu a experiência de passar de médica a doente e afirmou que o SNS “não está preparado” para responder adequadamente a estas patologias. Joan Serra Hoffman, presidente da AMM, sublinhou que estas patologias afetam frequentemente pessoas altamente funcionais antes da doença, alertando para o impacto devastador da ausência de respostas e os custos económicos associados: “A falta de resposta não diminui os custos, desloca e agrava-os para o SNS, Segurança Social, famílias, cuidadores, empresas e instituições.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os grupos parlamentares (PSD, Chega e PS) reconheceram a necessidade de aprofundar o conhecimento institucional e melhorar as respostas atuais, com abertura para analisar os contributos da AMM e promover a articulação entre DGS, sociedades científicas e Governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A AMM apresentou três prioridades:<br>-Reconhecimento formal da EM/SFC como doença multissistémica grave.<br>-Criação de um Grupo de Trabalho Técnico para desenvolver uma Norma Clínica Nacional.<br>-Definição de um Percurso Assistencial Mínimo no SNS.<br>-A AMM manifestou disponibilidade para continuar a colaborar na construção de soluções clinicamente adequadas e sustentáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Infecciologista português distinguido pela ESCMID</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/infecciologista-portugues-distinguido-pela-escmid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 10:36:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O infecciologista Tomás Robalo Nunes, Diretor da Unidade Local do Programa de Prevenção e Controlo de Infeção e Resistência aos Antimicrobianos da ULS Almada-Seixal (ULSAS), foi recentemente reconhecido pela European Society of Clinical Microbiology and Infectious Diseases (ESCMID) como o melhor aluno do Programa Europeu de Certificação de Profissionais em Prevenção e Controlo de Infeção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading"></h1>



<p class="wp-block-paragraph">O infecciologista Tomás Robalo Nunes, Diretor da Unidade Local do Programa de Prevenção e Controlo de Infeção e Resistência aos Antimicrobianos da ULS Almada-Seixal (ULSAS), foi recentemente reconhecido pela European Society of Clinical Microbiology and Infectious Diseases (ESCMID) como o melhor aluno do Programa Europeu de Certificação de Profissionais em Prevenção e Controlo de Infeção (Certificação EUCIC) 2024-2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distinção foi entregue durante a cerimónia de graduação que decorreu em abril, no âmbito do Congresso ESCMID, em Munique. Esta pós-graduação de dois anos contou com a participação de cerca de três dezenas de alunos de diversas nacionalidades, com módulos ministrados em várias cidades europeias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista, o prémio foi uma &#8220;surpresa muito agradável&#8221;. Tomás Robalo Nunes sublinha que o projeto EUCIC representa os valores de colaboração e partilha que devem guiar a humanidade. “Projetos como o EUCIC podem funcionar como um farol que nos guia nos momentos mais difíceis”, afirmou, destacando que a aprendizagem sobre prevenção e controlo de infeções permitirá “melhorar a cultura de segurança nos nossos hospitais e comunidades”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado, a ULSAS congratulou o médico pela conquista, reforçando que esta certificação europeia constitui uma mais-valia para o serviço, para a instituição e, fundamentalmente, para os utentes. O reconhecimento da excelência dos seus profissionais é, para a ULSAS, um motivo de enorme orgulho institucional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nuno Catorze eleito primeiro presidente do Colégio de Medicina de Urgência</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/nuno-catorze-eleito-primeiro-presidente-do-colegio-de-medicina-de-urgencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 16:28:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nuno Catorze, diretor do Departamento de Urgência e Medicina Intensiva da Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo, é o primeiro Presidente do recém-criado Colégio da Especialidade de Medicina de Urgência e Emergência da Ordem dos Médicos. Sob o lema “Medicina de Urgência e Emergência: Consolidar a identidade, liderar o futuro”, o programa de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nuno Catorze, diretor do Departamento de Urgência e Medicina Intensiva da Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo, é o primeiro Presidente do recém-criado Colégio da Especialidade de Medicina de Urgência e Emergência da Ordem dos Médicos. Sob o lema “Medicina de Urgência e Emergência: Consolidar a identidade, liderar o futuro”, o programa de ação da primeira direção do Colégio parte da ideia de que a criação da especialidade não é um ponto de chegada, mas o início de uma nova fase para a urgência e emergência em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A criação deste Colégio é um marco histórico para o Serviço Nacional de Saúde (SNS), consolidando a Medicina de Urgência e Emergência como uma especialidade médica autónoma em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Missão do Novo Colégio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Medicina de Urgência e Emergência, este primeiro Colégio terá um papel determinante na estruturação de uma nova especialidade, essencial para reforçar a segurança dos doentes, qualificar a resposta clínica e garantir maior sustentabilidade aos Serviços de Urgência, tanto no contexto hospitalar como pré-hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de décadas de trabalho para afirmar a Medicina de Urgência e Emergência como especialidade autónoma, o desafio passa agora por consolidar a sua identidade, garantir formação exigente aos futuros especialistas e contribuir para uma resposta clínica mais diferenciada, segura e organizada, tanto no contexto pré-hospitalar como nos Serviços de Urgência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Direção liderada por Nuno Catorze defende uma Medicina de Urgência e Emergência capaz de atuar nos momentos mais críticos da vida dos doentes, com competências próprias no diagnóstico, na decisão terapêutica, na estabilização clínica e na articulação entre o pré-hospitalar, o Serviço de Urgência e as restantes áreas hospitalares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, aponta para a necessidade de melhorar circuitos assistenciais, reduzir tempos de permanência, valorizar a carreira médica, proteger os profissionais do desgaste e integrar a inovação tecnológica como apoio à decisão clínica e à segurança do doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ambição é afirmar a Medicina de Urgência e Emergência como uma carreira de escolha, com reconhecimento científico, técnico e humano, e como parte da resposta aos desafios estruturais que hoje se colocam aos Serviços de Urgência e ao Serviço Nacional de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a ULS Médio Tejo, este novo mandato tem um significado institucional particularmente relevante. Nuno Catorze desenvolve há quase 18 anos uma parte expressiva do seu percurso profissional nesta instituição, onde tem assumido responsabilidades clínicas e de direção em áreas centrais da resposta ao doente crítico. Médico intensivista, com carreira dedicada à Medicina Intensiva e à resposta urgente e emergente, tem contribuído para a organização e diferenciação da resposta hospitalar no Médio Tejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ULS Médio Tejo, esse percurso ganhou particular visibilidade durante a pandemia de COVID-19, período em que assumiu um papel central na organização da resposta em cuidados intensivos, na adaptação de circuitos e na proteção de doentes e profissionais. Num contexto de elevada pressão assistencial, os Cuidados Intensivos do Médio Tejo tiveram um contributo determinante no apoio à região de Lisboa e Vale do Tejo, recebendo e tratando doentes críticos e reforçando a capacidade de resposta regional num dos períodos mais exigentes da história recente do SNS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eleição de Nuno Catorze reforça a presença da ULS Médio Tejo em áreas centrais da Medicina portuguesa e da regulação profissional médica. A esta dimensão junta-se o percurso de Carlos Cortes, Bastonário da Ordem dos Médicos e profissional dos quadros da ULS Médio Tejo, num sinal da relevância nacional da instituição e dos seus profissionais no pensamento, na organização e no futuro da saúde em Portugal.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Semana Europeia do Teste até 25 de maio para sensibilizar para o rastreio de VIH e IST</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/semana-europeia-do-teste-ate-25-de-maio-para-sensibilizar-para-o-rastreio-de-vih-e-ist/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Semana Europeia do Teste estende-se de 18 a 25 de maio e visa sensibilizar a população para a importância do rastreio e do diagnóstico precoce do VIH, das hepatites virais e de outras infeções sexualmente transmissíveis (IST). Os testes são gratuitos e anónimos. No âmbito desta campanha, a Direção-Geral da Saúde (DGS), através do [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/atualidade/semana-europeia-do-teste-ate-25-de-maio-para-sensibilizar-para-o-rastreio-de-vih-e-ist/">Semana Europeia do Teste até 25 de maio para sensibilizar para o rastreio de VIH e IST</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Semana Europeia do Teste estende-se de 18 a 25 de maio e visa sensibilizar a população para a importância do rastreio e do diagnóstico precoce do VIH, das hepatites virais e de outras infeções sexualmente transmissíveis (IST). Os testes são gratuitos e anónimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito desta campanha, a Direção-Geral da Saúde (DGS), através do Programa Nacional para as Infeções Sexualmente Transmissíveis e Infeção pelo VIH e do Programa Nacional para as Hepatites Virais, são realizados testes gratuitos e anónimos em locais da Rede de Rastreio Comunitária e nos Centros de Aconselhamento e Deteção Precoce do VIH (CAD) e de Consultas de IST. Os locais de teste abrangem geograficamente o Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, e Alentejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estão disponíveis online, os recursos podem ser consultados para que a população saiba os locais onde realizar o teste de VIH, hepatites virais e outras IST. E os métodos de prevenção, <a href="https://portal-chsj.min-saude.pt/portalchsj/uploads/writer_file/document/7328/imagem_prevenc_oa_ao_combinada.png">aqui</a>.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda<a href="https://portal-chsj.min-saude.pt/portalchsj/uploads/writer_file/document/7323/af_mapa_pt_26.png"> aqui ao mapa dos locais de intervenção comunitária</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">E os<a href="https://portal-chsj.min-saude.pt/portalchsj/uploads/writer_file/document/7330/locais_teste.pdf"> locais CAD e consultas de IST aqui</a>.</p>



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		<title>Investigadora do CBR vai decifrar mecanismos de infeção por parasita Trypanosoma vivax com bolsa europeia</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/investigadora-do-cbr-vai-decifrar-mecanismos-de-infecao-por-parasita-trypanosoma-vivax-com-bolsa-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 17:26:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A investigadora do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa, Carolina Vieira, conquistou uma bolsa pós-doutoral Marie Skłodowska-Curie (MSCA), sendo uma das cerca de 40 atribuídas a instituições de acolhimento em Portugal. O projeto visa desvendar os mecanismos de infeção de parasitas do género Trypanosoma, responsáveis por doenças negligenciadas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"> A investigadora do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa, Carolina Vieira, conquistou uma bolsa pós-doutoral Marie Skłodowska-Curie (MSCA), sendo uma das cerca de 40 atribuídas a instituições de acolhimento em Portugal. O projeto visa desvendar os mecanismos de infeção de parasitas do género Trypanosoma, responsáveis por doenças negligenciadas de alto impacto humano e animal, como a Doença de Chagas e a tripanossomíase africana animal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho centra-se especificamente no parasita Trypanosoma vivax e na sua interação com os vasos sanguíneos do hospedeiro, um processo que contribui para a gravidade da doença e para danos nos órgãos, devido à capacidade do parasita de aderir às paredes dos vasos. A investigação procurará identificar as moléculas responsáveis por essa interação e os mecanismos que permitem a sobrevivência e proliferação do parasita, com o objetivo de identificar potenciais alvos terapêuticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para tal, Carolina Vieira antecipa utilizar técnicas avançadas para simular o fluxo sanguíneo, incluindo sistemas microfluídicos para estudar a adesão do parasita, e espectrometria de massa para identificar os fatores responsáveis pela ligação às células endoteliais.“Um dos principais objetivos é expandir a experiência para além do metabolismo parasitário, entrando no campo da infeção. Vou aprender técnicas avançadas para estudar a adesão do parasita em condições fisiológicas que simulam o fluxo sanguíneo, utilizando sistemas microfluídicos, bem como recorrer à espectrometria de massa para identificar os fatores responsáveis pela ligação às células endoteliais,” afirma Carolina Vieira, investigadora do Laboratório de Interações Parasita &#8211; Vasculatura do CBR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tripanossomíase africana animal, também conhecida como nagana, afeta gado e causa um impacto significativo na economia agrícola, contribuindo para a pobreza e insegurança alimentar em diversas regiões do mundo. O T. vivax distingue-se por poder ser transmitido mecanicamente, sem a necessidade de um inseto vetor específico, o que contribui para a sua ampla distribuição geográfica, inclusive na América do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A bolsa MSCA (Marie Skłodowska-Curie Postdoctoral Fellowships), integrada no programa Horizonte Europa, é altamente competitiva, tendo selecionado 1.610 propostas para financiamento de um total de mais de 17 mil candidaturas apresentadas a nível europeu.</p>
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		<title>Laboratório da FMUC acreditado pelo IPAC para análise de &#8220;Legionella&#8221;</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/laboratorio-da-fmuc-acreditado-pelo-ipac-para-analise-de-legionella/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 16:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Laboratório de Microbiologia de Águas da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) obteve recentemente a acreditação oficial do Instituto Português de Acreditação (IPAC) para a pesquisa e quantificação de bactérias Legionella pneumophila e Legionella spp. A acreditação, concedida após um rigoroso processo de validação de métodos analíticos e formação técnica, conforme as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Laboratório de Microbiologia de Águas da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) obteve recentemente a acreditação oficial do Instituto Português de Acreditação (IPAC) para a pesquisa e quantificação de bactérias <em>Legionella pneumophila</em> e <em>Legionella spp</em>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A acreditação, concedida após um rigoroso processo de validação de métodos analíticos e formação técnica, conforme as normas nacionais e internacionais, reforça as competências do Laboratório de Microbiologia de Águas da FMUC. O laboratório já possuía ensaios acreditados para águas de consumo humano, de piscina e termais, fortalecendo assim o seu contributo para a proteção da saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta certificação, o Laboratório passa a integrar a rede de entidades capacitadas para apoiar empresas e instituições no cumprimento de legislação fundamental. Isto inclui a Lei n.º 52/2018 (que estabelece o regime de prevenção e controlo da bactéria <em>Legionella</em> em sistemas de água) e o Despacho n.º 1547/2022 (que define os procedimentos técnicos para a monitorização da qualidade da água).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este reconhecimento atesta a competência técnica do Laboratório para realizar análises à presença destas bactérias, que representam um risco para a saúde pública por se propagarem em aerossóis gerados em sistemas como torres de arrefecimento, jacuzzis ou redes de água quente prediais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem: FMUC</p>
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		<item>
		<title>Transplante de células estaminais resulta no décimo doente livre de VIH</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/transplante-de-celulas-estaminais-coloca-decimo-doente-livre-de-vih/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 15:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um transplante de células estaminais com uma mutação genética permitiu a remissão do VIH num homem de 63 anos. O caso, conhecido como “doente de Oslo”, eleva para dez o número de situações documentadas desde o “doente de Berlim”, em 2009. O estudo, publicado na revista Nature Microbiology, contou com a liderança do Hospital Universitário [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um transplante de células estaminais com uma mutação genética permitiu a remissão do VIH num homem de 63 anos. O caso, conhecido como “doente de Oslo”, eleva para dez o número de situações documentadas desde o “doente de Berlim”, em 2009. O estudo, publicado na revista <em>Nature Microbiology</em>, contou com a liderança do Hospital Universitário de Oslo e a participação do IrsiCaixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O doente recebeu, em 2020, um transplante para tratar uma síndrome mielodisplásica. O dador apresentava a mutação CCR5-delta32, que impede a entrada do vírus nas células T CD4. Após interromper o tratamento antirretroviral sob supervisão médica, o doente mantém-se, quatro anos depois, sem evidência de infeção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas sublinham que este transplante é um procedimento agressivo, reservado a pessoas com patologia hematológica. Por isso, a técnica não se aplica à maioria das pessoas que vivem com VIH. Ainda assim, estes casos permitem aprofundar o conhecimento sobre mecanismos de cura e orientar novas estratégias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a investigação centra-se em abordagens seguras, como as células T CAR e técnicas de edição genética. Estes avanços reforçam a perspetiva de intervenções curativas com aplicabilidade mais ampla na população.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: LUSA</p>



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