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	<title>Arquivo de Atualidade - My Infecciologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças infecciosas.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Jul 2026 15:36:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Atualidade - My Infecciologia</title>
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		<title>Investigadora da UCP recebe bolsa europeia &#8220;Proof of Concept&#8221; para desenvolver nova classe de antivirais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:36:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A investigadora do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa (UCP), Maria João Amorim, foi distinguida com uma bolsa Proof of Concept (PoC) do Conselho Europeu de Investigação (ERC). O financiamento, no valor de 150.000 euros, será aplicado no desenvolvimento do projeto LOFlu_TREAT, que propõe uma abordagem inovadora para [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A investigadora do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa (UCP), Maria João Amorim, foi distinguida com uma bolsa Proof of Concept (PoC) do Conselho Europeu de Investigação (ERC). O financiamento, no valor de 150.000 euros, será aplicado no desenvolvimento do projeto LOFlu_TREAT, que propõe uma abordagem inovadora para combater o vírus da gripe A.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto visa criar uma nova classe de antivirais, denominada vRNP-clips, que atua de forma distinta dos tratamentos atuais. Enquanto os antivirais tradicionais focam-se na inibição de funções enzimáticas — alvos frequentes de mutações virais que conferem resistência —, a nova estratégia da equipa de Maria João Amorim centra-se no bloqueio das propriedades físicas das estruturas virais. Esta metodologia promete reduzir significativamente a capacidade do vírus desenvolver mecanismos de escape e aumentar a seletividade, minimizando o impacto em células saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O projeto, que denominamos por LOFlu_TREAT, representa uma mudança radical relativamente ao desenho tradicional de antivirais”, revela a investigadora Maria João Amorim, líder do projeto e do Laboratório de Biologia Celular da Infeção Viral do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa (UCP). “Em vez de inibir funções enzimáticas que os vírus conseguem frequentemente contornar através de mutações no RNA que codifica as enzimas e outras proteínas virais, a nossa estratégia visa bloquear as propriedades físicas das estruturas virais. Isto abre uma modalidade terapêutica completamente nova no campo dos antivirais,” explica a investigadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma duração prevista de 18 meses, o LOFlu_TREAT poderá ter um impacto que extravasa o tratamento da gripe. Segundo os investigadores do CBR, foram identificadas estruturas semelhantes noutros agentes patogénicos, como o VIH, o Ébola e o vírus sincicial respiratório, sugerindo que esta tecnologia poderá abrir caminho para uma nova geração de antivirais aplicável a diversas doenças infecciosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto pretende agora avançar até uma fase de validação pré-clínica, aproximando esta inovação de futuros ensaios em humanos e demonstrando o papel fundamental da investigação básica no desenvolvimento de soluções de saúde globais.</p>
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		<title>AMM em audição parlamentar: Debate sobre falhas no reconhecimento da COVID Longa e EM/SFC</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/amm-em-audicao-parlamentar-debate-sobre-falhas-no-reconhecimento-da-covid-longa-e-em-sfc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Aliança Millions Missing Portugal (AMM) levou à Comissão de Saúde da Assembleia da República uma petição premente sobre os desafios da COVID Longa e da Encefalomielite Miálgica/Síndrome de Fadiga Crónica (EM/SFC). A audição foi marcada pelo reconhecimento transversal, por parte dos deputados, das dificuldades estruturais que os doentes enfrentam no acesso a diagnóstico, acompanhamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Aliança Millions Missing Portugal (AMM) levou à Comissão de Saúde da Assembleia da República uma petição premente sobre os desafios da COVID Longa e da Encefalomielite Miálgica/Síndrome de Fadiga Crónica (EM/SFC). A audição foi marcada pelo reconhecimento transversal, por parte dos deputados, das dificuldades estruturais que os doentes enfrentam no acesso a diagnóstico, acompanhamento clínico e proteção social, num cenário que a AMM classifica como um “limbo clínico”.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da sessão, que decorreu a 28 de maio, representantes da AMM, especialistas e deputados discutiram a realidade vivida por milhares de pessoas em Portugal, frequentemente sem orientação clínica consistente e sujeitas a percursos prolongados sem diagnóstico, sem acompanhamento especializado ou orientação clínica coerente dentro do SNS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Durante a audição, Dora Sargento — médica de Medicina Interna e doente crónica após cinco infeções por Covid-19 — descreveu a experiência de passar de médica a doente e afirmou que o SNS “não está preparado” para responder adequadamente a estas patologias. Joan Serra Hoffman, presidente da AMM, sublinhou que estas patologias afetam frequentemente pessoas altamente funcionais antes da doença, alertando para o impacto devastador da ausência de respostas e os custos económicos associados: “A falta de resposta não diminui os custos, desloca e agrava-os para o SNS, Segurança Social, famílias, cuidadores, empresas e instituições.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os grupos parlamentares (PSD, Chega e PS) reconheceram a necessidade de aprofundar o conhecimento institucional e melhorar as respostas atuais, com abertura para analisar os contributos da AMM e promover a articulação entre DGS, sociedades científicas e Governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A AMM apresentou três prioridades:<br>-Reconhecimento formal da EM/SFC como doença multissistémica grave.<br>-Criação de um Grupo de Trabalho Técnico para desenvolver uma Norma Clínica Nacional.<br>-Definição de um Percurso Assistencial Mínimo no SNS.<br>-A AMM manifestou disponibilidade para continuar a colaborar na construção de soluções clinicamente adequadas e sustentáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>
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		<item>
		<title>Infecciologista português distinguido pela ESCMID</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/infecciologista-portugues-distinguido-pela-escmid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 10:36:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O infecciologista Tomás Robalo Nunes, Diretor da Unidade Local do Programa de Prevenção e Controlo de Infeção e Resistência aos Antimicrobianos da ULS Almada-Seixal (ULSAS), foi recentemente reconhecido pela European Society of Clinical Microbiology and Infectious Diseases (ESCMID) como o melhor aluno do Programa Europeu de Certificação de Profissionais em Prevenção e Controlo de Infeção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading"></h1>



<p class="wp-block-paragraph">O infecciologista Tomás Robalo Nunes, Diretor da Unidade Local do Programa de Prevenção e Controlo de Infeção e Resistência aos Antimicrobianos da ULS Almada-Seixal (ULSAS), foi recentemente reconhecido pela European Society of Clinical Microbiology and Infectious Diseases (ESCMID) como o melhor aluno do Programa Europeu de Certificação de Profissionais em Prevenção e Controlo de Infeção (Certificação EUCIC) 2024-2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distinção foi entregue durante a cerimónia de graduação que decorreu em abril, no âmbito do Congresso ESCMID, em Munique. Esta pós-graduação de dois anos contou com a participação de cerca de três dezenas de alunos de diversas nacionalidades, com módulos ministrados em várias cidades europeias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista, o prémio foi uma &#8220;surpresa muito agradável&#8221;. Tomás Robalo Nunes sublinha que o projeto EUCIC representa os valores de colaboração e partilha que devem guiar a humanidade. “Projetos como o EUCIC podem funcionar como um farol que nos guia nos momentos mais difíceis”, afirmou, destacando que a aprendizagem sobre prevenção e controlo de infeções permitirá “melhorar a cultura de segurança nos nossos hospitais e comunidades”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado, a ULSAS congratulou o médico pela conquista, reforçando que esta certificação europeia constitui uma mais-valia para o serviço, para a instituição e, fundamentalmente, para os utentes. O reconhecimento da excelência dos seus profissionais é, para a ULSAS, um motivo de enorme orgulho institucional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nuno Catorze eleito primeiro presidente do Colégio de Medicina de Urgência</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/nuno-catorze-eleito-primeiro-presidente-do-colegio-de-medicina-de-urgencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 16:28:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nuno Catorze, diretor do Departamento de Urgência e Medicina Intensiva da Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo, é o primeiro Presidente do recém-criado Colégio da Especialidade de Medicina de Urgência e Emergência da Ordem dos Médicos. Sob o lema “Medicina de Urgência e Emergência: Consolidar a identidade, liderar o futuro”, o programa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nuno Catorze, diretor do Departamento de Urgência e Medicina Intensiva da Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo, é o primeiro Presidente do recém-criado Colégio da Especialidade de Medicina de Urgência e Emergência da Ordem dos Médicos. Sob o lema “Medicina de Urgência e Emergência: Consolidar a identidade, liderar o futuro”, o programa de ação da primeira direção do Colégio parte da ideia de que a criação da especialidade não é um ponto de chegada, mas o início de uma nova fase para a urgência e emergência em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A criação deste Colégio é um marco histórico para o Serviço Nacional de Saúde (SNS), consolidando a Medicina de Urgência e Emergência como uma especialidade médica autónoma em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Missão do Novo Colégio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Medicina de Urgência e Emergência, este primeiro Colégio terá um papel determinante na estruturação de uma nova especialidade, essencial para reforçar a segurança dos doentes, qualificar a resposta clínica e garantir maior sustentabilidade aos Serviços de Urgência, tanto no contexto hospitalar como pré-hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de décadas de trabalho para afirmar a Medicina de Urgência e Emergência como especialidade autónoma, o desafio passa agora por consolidar a sua identidade, garantir formação exigente aos futuros especialistas e contribuir para uma resposta clínica mais diferenciada, segura e organizada, tanto no contexto pré-hospitalar como nos Serviços de Urgência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Direção liderada por Nuno Catorze defende uma Medicina de Urgência e Emergência capaz de atuar nos momentos mais críticos da vida dos doentes, com competências próprias no diagnóstico, na decisão terapêutica, na estabilização clínica e na articulação entre o pré-hospitalar, o Serviço de Urgência e as restantes áreas hospitalares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, aponta para a necessidade de melhorar circuitos assistenciais, reduzir tempos de permanência, valorizar a carreira médica, proteger os profissionais do desgaste e integrar a inovação tecnológica como apoio à decisão clínica e à segurança do doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ambição é afirmar a Medicina de Urgência e Emergência como uma carreira de escolha, com reconhecimento científico, técnico e humano, e como parte da resposta aos desafios estruturais que hoje se colocam aos Serviços de Urgência e ao Serviço Nacional de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a ULS Médio Tejo, este novo mandato tem um significado institucional particularmente relevante. Nuno Catorze desenvolve há quase 18 anos uma parte expressiva do seu percurso profissional nesta instituição, onde tem assumido responsabilidades clínicas e de direção em áreas centrais da resposta ao doente crítico. Médico intensivista, com carreira dedicada à Medicina Intensiva e à resposta urgente e emergente, tem contribuído para a organização e diferenciação da resposta hospitalar no Médio Tejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ULS Médio Tejo, esse percurso ganhou particular visibilidade durante a pandemia de COVID-19, período em que assumiu um papel central na organização da resposta em cuidados intensivos, na adaptação de circuitos e na proteção de doentes e profissionais. Num contexto de elevada pressão assistencial, os Cuidados Intensivos do Médio Tejo tiveram um contributo determinante no apoio à região de Lisboa e Vale do Tejo, recebendo e tratando doentes críticos e reforçando a capacidade de resposta regional num dos períodos mais exigentes da história recente do SNS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A eleição de Nuno Catorze reforça a presença da ULS Médio Tejo em áreas centrais da Medicina portuguesa e da regulação profissional médica. A esta dimensão junta-se o percurso de Carlos Cortes, Bastonário da Ordem dos Médicos e profissional dos quadros da ULS Médio Tejo, num sinal da relevância nacional da instituição e dos seus profissionais no pensamento, na organização e no futuro da saúde em Portugal.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Semana Europeia do Teste até 25 de maio para sensibilizar para o rastreio de VIH e IST</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/semana-europeia-do-teste-ate-25-de-maio-para-sensibilizar-para-o-rastreio-de-vih-e-ist/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Semana Europeia do Teste estende-se de 18 a 25 de maio e visa sensibilizar a população para a importância do rastreio e do diagnóstico precoce do VIH, das hepatites virais e de outras infeções sexualmente transmissíveis (IST). Os testes são gratuitos e anónimos. No âmbito desta campanha, a Direção-Geral da Saúde (DGS), através do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Semana Europeia do Teste estende-se de 18 a 25 de maio e visa sensibilizar a população para a importância do rastreio e do diagnóstico precoce do VIH, das hepatites virais e de outras infeções sexualmente transmissíveis (IST). Os testes são gratuitos e anónimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito desta campanha, a Direção-Geral da Saúde (DGS), através do Programa Nacional para as Infeções Sexualmente Transmissíveis e Infeção pelo VIH e do Programa Nacional para as Hepatites Virais, são realizados testes gratuitos e anónimos em locais da Rede de Rastreio Comunitária e nos Centros de Aconselhamento e Deteção Precoce do VIH (CAD) e de Consultas de IST. Os locais de teste abrangem geograficamente o Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, e Alentejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estão disponíveis online, os recursos podem ser consultados para que a população saiba os locais onde realizar o teste de VIH, hepatites virais e outras IST. E os métodos de prevenção, <a href="https://portal-chsj.min-saude.pt/portalchsj/uploads/writer_file/document/7328/imagem_prevenc_oa_ao_combinada.png">aqui</a>.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda<a href="https://portal-chsj.min-saude.pt/portalchsj/uploads/writer_file/document/7323/af_mapa_pt_26.png"> aqui ao mapa dos locais de intervenção comunitária</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">E os<a href="https://portal-chsj.min-saude.pt/portalchsj/uploads/writer_file/document/7330/locais_teste.pdf"> locais CAD e consultas de IST aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Investigadora do CBR vai decifrar mecanismos de infeção por parasita Trypanosoma vivax com bolsa europeia</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/investigadora-do-cbr-vai-decifrar-mecanismos-de-infecao-por-parasita-trypanosoma-vivax-com-bolsa-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 17:26:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A investigadora do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa, Carolina Vieira, conquistou uma bolsa pós-doutoral Marie Skłodowska-Curie (MSCA), sendo uma das cerca de 40 atribuídas a instituições de acolhimento em Portugal. O projeto visa desvendar os mecanismos de infeção de parasitas do género Trypanosoma, responsáveis por doenças negligenciadas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"> A investigadora do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa, Carolina Vieira, conquistou uma bolsa pós-doutoral Marie Skłodowska-Curie (MSCA), sendo uma das cerca de 40 atribuídas a instituições de acolhimento em Portugal. O projeto visa desvendar os mecanismos de infeção de parasitas do género Trypanosoma, responsáveis por doenças negligenciadas de alto impacto humano e animal, como a Doença de Chagas e a tripanossomíase africana animal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho centra-se especificamente no parasita Trypanosoma vivax e na sua interação com os vasos sanguíneos do hospedeiro, um processo que contribui para a gravidade da doença e para danos nos órgãos, devido à capacidade do parasita de aderir às paredes dos vasos. A investigação procurará identificar as moléculas responsáveis por essa interação e os mecanismos que permitem a sobrevivência e proliferação do parasita, com o objetivo de identificar potenciais alvos terapêuticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para tal, Carolina Vieira antecipa utilizar técnicas avançadas para simular o fluxo sanguíneo, incluindo sistemas microfluídicos para estudar a adesão do parasita, e espectrometria de massa para identificar os fatores responsáveis pela ligação às células endoteliais.“Um dos principais objetivos é expandir a experiência para além do metabolismo parasitário, entrando no campo da infeção. Vou aprender técnicas avançadas para estudar a adesão do parasita em condições fisiológicas que simulam o fluxo sanguíneo, utilizando sistemas microfluídicos, bem como recorrer à espectrometria de massa para identificar os fatores responsáveis pela ligação às células endoteliais,” afirma Carolina Vieira, investigadora do Laboratório de Interações Parasita &#8211; Vasculatura do CBR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tripanossomíase africana animal, também conhecida como nagana, afeta gado e causa um impacto significativo na economia agrícola, contribuindo para a pobreza e insegurança alimentar em diversas regiões do mundo. O T. vivax distingue-se por poder ser transmitido mecanicamente, sem a necessidade de um inseto vetor específico, o que contribui para a sua ampla distribuição geográfica, inclusive na América do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A bolsa MSCA (Marie Skłodowska-Curie Postdoctoral Fellowships), integrada no programa Horizonte Europa, é altamente competitiva, tendo selecionado 1.610 propostas para financiamento de um total de mais de 17 mil candidaturas apresentadas a nível europeu.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/atualidade/investigadora-do-cbr-vai-decifrar-mecanismos-de-infecao-por-parasita-trypanosoma-vivax-com-bolsa-europeia/">Investigadora do CBR vai decifrar mecanismos de infeção por parasita Trypanosoma vivax com bolsa europeia</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Laboratório da FMUC acreditado pelo IPAC para análise de &#8220;Legionella&#8221;</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/laboratorio-da-fmuc-acreditado-pelo-ipac-para-analise-de-legionella/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 16:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Laboratório de Microbiologia de Águas da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) obteve recentemente a acreditação oficial do Instituto Português de Acreditação (IPAC) para a pesquisa e quantificação de bactérias Legionella pneumophila e Legionella spp. A acreditação, concedida após um rigoroso processo de validação de métodos analíticos e formação técnica, conforme as [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/atualidade/laboratorio-da-fmuc-acreditado-pelo-ipac-para-analise-de-legionella/">Laboratório da FMUC acreditado pelo IPAC para análise de &#8220;Legionella&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Laboratório de Microbiologia de Águas da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) obteve recentemente a acreditação oficial do Instituto Português de Acreditação (IPAC) para a pesquisa e quantificação de bactérias <em>Legionella pneumophila</em> e <em>Legionella spp</em>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A acreditação, concedida após um rigoroso processo de validação de métodos analíticos e formação técnica, conforme as normas nacionais e internacionais, reforça as competências do Laboratório de Microbiologia de Águas da FMUC. O laboratório já possuía ensaios acreditados para águas de consumo humano, de piscina e termais, fortalecendo assim o seu contributo para a proteção da saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta certificação, o Laboratório passa a integrar a rede de entidades capacitadas para apoiar empresas e instituições no cumprimento de legislação fundamental. Isto inclui a Lei n.º 52/2018 (que estabelece o regime de prevenção e controlo da bactéria <em>Legionella</em> em sistemas de água) e o Despacho n.º 1547/2022 (que define os procedimentos técnicos para a monitorização da qualidade da água).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este reconhecimento atesta a competência técnica do Laboratório para realizar análises à presença destas bactérias, que representam um risco para a saúde pública por se propagarem em aerossóis gerados em sistemas como torres de arrefecimento, jacuzzis ou redes de água quente prediais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagem: FMUC</p>
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		<title>Transplante de células estaminais resulta no décimo doente livre de VIH</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/transplante-de-celulas-estaminais-coloca-decimo-doente-livre-de-vih/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 15:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um transplante de células estaminais com uma mutação genética permitiu a remissão do VIH num homem de 63 anos. O caso, conhecido como “doente de Oslo”, eleva para dez o número de situações documentadas desde o “doente de Berlim”, em 2009. O estudo, publicado na revista Nature Microbiology, contou com a liderança do Hospital Universitário [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um transplante de células estaminais com uma mutação genética permitiu a remissão do VIH num homem de 63 anos. O caso, conhecido como “doente de Oslo”, eleva para dez o número de situações documentadas desde o “doente de Berlim”, em 2009. O estudo, publicado na revista <em>Nature Microbiology</em>, contou com a liderança do Hospital Universitário de Oslo e a participação do IrsiCaixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O doente recebeu, em 2020, um transplante para tratar uma síndrome mielodisplásica. O dador apresentava a mutação CCR5-delta32, que impede a entrada do vírus nas células T CD4. Após interromper o tratamento antirretroviral sob supervisão médica, o doente mantém-se, quatro anos depois, sem evidência de infeção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas sublinham que este transplante é um procedimento agressivo, reservado a pessoas com patologia hematológica. Por isso, a técnica não se aplica à maioria das pessoas que vivem com VIH. Ainda assim, estes casos permitem aprofundar o conhecimento sobre mecanismos de cura e orientar novas estratégias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a investigação centra-se em abordagens seguras, como as células T CAR e técnicas de edição genética. Estes avanços reforçam a perspetiva de intervenções curativas com aplicabilidade mais ampla na população.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: LUSA</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Tuberculose: Portugal regista o valor mais baixo de sempre</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/tuberculose-portugal-regista-o-valor-mais-baixo-de-sempre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Relatório de Vigilância e Monitorização da Tuberculose em Portugal confirma a tendência de descida da doença no país, com uma taxa de notificação de 14,3 casos por 100 mil habitantes. A Direção-Geral da Saúde (DGS) confirma a tendência de descida da doença no país, com uma taxa de notificação de 14,3 casos por 100 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Relatório de Vigilância e Monitorização da Tuberculose em Portugal confirma a tendência de descida da doença no país, com uma taxa de notificação de 14,3 casos por 100 mil habitantes. A Direção-Geral da Saúde (DGS) confirma a tendência de descida da doença no país, com uma taxa de notificação de 14,3 casos por 100 mil habitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados divulgados pelo Programa Nacional para a Tuberculose indicam que os homens continuam a ser mais afetados do que as mulheres, representando 64,4% do total de casos notificados em 2024, especialmente na idade adulta. E que 2,4% do total de casos em 2024 ocorreram em crianças e adolescentes com idade inferior a 15 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O tempo entre o início dos sintomas e o início do tratamento foi de 81 dias em 2024, o mesmo valor de 2023, o que representa uma redução em relação a 2022 (82 dias) e 2021 (86 dias). A DGS sublinha que diagnosticar mais cedo significa tratar melhor e evitar a propagação da doença.1<br>Foram identificados 36 casos de tuberculose multirresistente, com 63,9% dos casos concentrados na região de Lisboa e Vale do Tejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No que respeita aos doentes tratados, 82,1% completaram o tratamento com sucesso, o valor mais elevado dos últimos anos. Este resultado reflete a qualidade do acompanhamento clínico em Portugal, mas ainda está distante das metas internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório destaca que o acesso recente a medicamentos inovadores – rifapentina e pretomanida – possibilitou regimes terapêuticos mais curtos, tanto no tratamento preventivo como no tratamento da tuberculose multirresistente. A DGS assinala que tratamentos mais curtos se traduzem em maior adesão, menos efeitos secundários e melhor qualidade de vida para os doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consulte o <a href="https://www.dgs.pt/em-destaque/portugal-registou-em-2024-o-valor-mais-baixo-de-casos-de-tuberculose-pdf.aspx">relatório</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>OMS-Europa renova estatuto de laboratório de referência do INSA para sarampo e rubéola</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/oms-europa-renova-estatuto-de-laboratorio-de-referencia-do-insa-para-sarampo-e-rubeola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:13:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde para a região europeia (OMS-Europa) renovou a acreditação do laboratório do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) como referência para o sarampo e a rubéola, confirmando o cumprimento das metodologias para o diagnóstico laboratorial destes vírus. De acordo com o INSA, esta renovação da acreditação do Laboratório Nacional de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde para a região europeia (OMS-Europa) renovou a acreditação do laboratório do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) como referência para o sarampo e a rubéola, confirmando o cumprimento das metodologias para o diagnóstico laboratorial destes vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o INSA, esta renovação da acreditação do Laboratório Nacional de Referência de Doenças Evitáveis pela Vacinação (LNRDEV) atesta que as metodologias preconizadas pela OMS-Europa para o diagnóstico laboratorial destas doenças estão a ser cumpridas. Os métodos de diagnóstico incluem técnicas serológicas, RT-PCR e sequenciação, sendo esta última utilizada no caso específico do sarampo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico laboratorial para os vírus do sarampo e da rubéola abrange a deteção de anticorpos IgG e IgM, o teste de avidez, a deteção do RNA viral, o isolamento viral e a genotipagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O LNRDEV mantém esta acreditação desde 2007 e tem como missão essencial a confirmação de todos os casos prováveis de sarampo, rubéola e rubéola congénita, no âmbito do Plano Nacional de Eliminação do Sarampo e da Rubéola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação das condições dos laboratórios nacionais de referência é realizada periodicamente pela OMS Europa, com o objetivo de verificar as condições de funcionamento destas infraestruturas e uniformizar os algoritmos de diagnóstico dos vírus entre os diferentes laboratórios. Este esforço insere-se no Programa de Eliminação do Sarampo e Rubéola e Prevenção da Rubéola Congénita na Região Europeia, lançado pela OMS em 2005, que estabeleceu 2010 como meta para a eliminação.</p>
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