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	<title>Arquivo de Entrevistas - My Infecciologia</title>
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	<title>Arquivo de Entrevistas - My Infecciologia</title>
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		<title>HIV Nursing Talks destaca barreiras culturais e linguísticas nos cuidados a utentes com VIH</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/entrevistas/hiv-nursing-talks-destaca-barreiras-culturais-e-linguisticas-nos-cuidados-a-utentes-com-vih/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As barreiras linguísticas, culturais e legais continuam a ser um desafio relevante no acompanhamento de pessoas que vivem com VIH, tema abordado por Daniela Pereira, enfermeira na ULS Cova da Beira, no workshop “Migrantes”, durante o HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead. A especialista sublinha a importância de compreender os diferentes contextos culturais para prestar [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As barreiras linguísticas, culturais e legais continuam a ser um desafio relevante no acompanhamento de pessoas que vivem com VIH, tema abordado por Daniela Pereira, enfermeira na ULS Cova da Beira, no <em>workshop</em> “Migrantes”, durante o HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead. A especialista sublinha a importância de compreender os diferentes contextos culturais para prestar cuidados de saúde de forma eficaz e segura. Assista à entrevista na íntegra.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DANIELA PEREIRA" src="https://player.vimeo.com/video/1186912844?h=af47a36f9e&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Para Daniela Pereira, o “querer saber” e a busca ativa por conhecimentos sobre diversas culturas são determinantes para a confiança no cuidado prestado. “Termos conhecimento acaba por nos trazer, de facto, alguma confiança nos nossos cuidados e termos sempre em atenção as prioridades do utente e todas as questões que possam envolver algum receio dos cuidados de saúde, tentar perceber o porquê e tentar colmatar essas falhas”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A enfermeira salienta que compreender o histórico e as particularidades de cada utente permite ajustar a intervenção clínica de forma individualizada. Esta abordagem contribui não só para a segurança do doente, mas também para fortalecer a relação de confiança entre profissional de saúde e utente, essencial para uma adesão consistente ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daniela Pereira destaca ainda que a utilização de regimes terapêuticos eficazes e bem&nbsp;tolerados, como Biktarvy, facilita o acompanhamento de utentes sem histórico clínico&nbsp;detalhado. “A maioria dos nossos utentes não traz histórico clínico, e ter soluções que tenham bons perfis de segurança e sejam fáceis de gerir acaba por nos trazer essa segurança e confiança nos cuidados&nbsp;prestados”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HIV Nursing Talks realizou-se nos dias 6 e 7 de março de 2026 na Figueira da Foz.&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">I<strong>NFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO BIKTARVY<sup>®</sup></strong><br><strong>NOME DO MEDICAMENTO E FORMA FARMACÊUTICA</strong>: Biktarvy 30 mg/20 mg/15 mg comprimidos revestidos por película | Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg comprimidos revestidos por película <strong>COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA</strong>: <em>Biktarvy 30 mg/120 mg/15 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 30 mg de bictegravir (BIC), 120 mg de emtricitabina (FTC) e tenofovir alafenamida fumarato (TAF) equivalente a 15 mg de tenofovir alafenamida. <em>Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 50 mg de BIC, 200 mg de FTC e TAF equivalente a 25 mg de tenofovir alafenamida. Para informação sobre excipientes, consultar o RCM completo. <strong>INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS:</strong> tratamento da infeção pelo vírus da imunodeficiência humana do tipo 1 (VIH-1) em adultos e doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14 kg sem evidência atual ou passada de resistência viral à classe dos inibidores da integrase, à emtricitabina ou ao tenofovir. <strong>POSOLOGIA E MODO DE ADMINISTRAÇÃO:</strong> <em>Doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14&nbsp;kg a menos de 25 kg: </em>um cp de 30/120/15mg tomado 1x dia. <em>Adultos e doentes pediátricos que pesem pelo menos 25 kg</em>: um cp de 50/200/25mg, 1x dia. Via oral, com ou sem alimentos. Os comprimidos não devem ser mastigados, esmagados ou divididos. Não é necessário um ajuste posológico de Biktarvy em doentes idosos, em doentes com uma depuração da creatinina (ClCr) estimada ≥ 30 ml/min e com peso ≥ 35 kg ou em doentes com compromisso hepático ligeiro ou moderado. Não é necessário um ajuste posológico em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica. No entanto, de uma forma geral Biktarvy deve ser evitado e apenas utilizado nestes doentes, caso se considere que os potenciais benefícios superam os potenciais riscos. Deve-se evitar iniciar‑se Biktarvy em doentes com uma ClCr estimada ≥ 15 ml/min e &lt; 30 ml/min, ou &lt; 15 ml/min que não estejam sujeitos a hemodiálise crónica. A utilização de Biktarvy não é recomendada em doentes com compromisso hepático grave. A segurança e eficácia de Biktarvy em crianças com menos de 2 anos de idade ou que pesem menos de 14kg não foram ainda estabelecidas. Biktarvy pode ser utilizado durante a gravidez se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. Além disso, a carga viral deve ser ainda mais monitorizada de perto, em conformidade com as orientações de tratamento estabelecidas. <strong>CONTRAINDICAÇÕES: </strong>Hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qualquer um dos excipientes. Coadministração com rifampicina e hipericão. <strong>ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ESPECIAIS DE UTILIZAÇÃO: </strong>Existem dados limitados sobre a segurança e eficácia de Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH-1 e vírus da hepatite C. O TAF é ativo contra o vírus da hepatite B (VHB). A descontinuação do tratamento com Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH e VHB pode estar associada a exacerbações agudas graves de hepatite. A segurança e a eficácia de Biktarvy em doentes com doenças hepáticas significativas subjacentes não foram estabelecidas. Durante a terapêutica antirretroviral pode ocorrer um aumento do peso e dos níveis de lípidos e glucose no sangue. Para os lípidos e para o peso, existe em alguns casos evidência de um efeito do tratamento. Para mais informação como gerir, consultar o RCM aprovado. Os análogos dos nucleosídeos e nucleótidos podem, num grau variável, ter um impacto na função mitocondrial. Existem notificações de disfunção mitocondrial em lactentes VIH negativos, expostos <em>in utero</em> e/ou após o nascimento a análogos dos nucleosídeos. Qualquer sintoma de inflamação deve ser avaliado e, quando necessário, instituído o tratamento. Foi notificada a ocorrência de doenças autoimunes (como a doença de Graves e a hepatite autoimune). Os doentes em tratamento com Biktarvy podem continuar a desenvolver infeções oportunistas e outras complicações da infeção pelo VIH. Foram notificados casos de osteonecrose, particularmente em doentes com doença por VIH avançada e/ou exposição prolongada a TA combinada. Foram notificados casos de compromisso renal pós-comercialização, incluindo insuficiência renal aguda e tubulopatia renal proximal com medicamentos que contêm tenofovir alafenamida. Não se pode excluir um risco potencial de nefrotoxicidade com Biktarvy. Recomenda-se avaliação da função renal em todos os doentes antes ou aquando do início do tratamento, bem como a sua monitorização durante o tratamento, conforme clinicamente adequado. Doentes que desenvolvam uma diminuição clinicamente significativa da função renal ou evidências de tubulopatia renal proximal, deve considerar-se a descontinuação de Biktarvy. As implicações do aumento da exposição à emtricitabina em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica tratados com Biktarvy permanecem desconhecidas. Biktarvy não deve ser coadministrado simultaneamente com antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio, alumínio, zinco ou ferro em jejum. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou com alimentos 2h depois de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio e/ou alumínio. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes de suplementos de ferro e/ou zinco ou tomado juntamente com alimentos em qualquer momento. Em doentes grávidas, são recomendados ajustes posológicos para a coadministração de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo catiões polivalentes. Nesta população Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar antiácidos ou suplementos contendo alumínio e/ou magnésio, independentemente da ingestão de alimentos. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio. Alternativamente, Biktarvy e medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio podem ser tomados simultaneamente, com alimentos, em qualquer momento. <em>População pediátrica</em>: Foram notificados casos de redução da DMO (≥ 4%) da coluna vertebral e do corpo total exceto a cabeça em doentes com idade entre os 3 e &lt; 12 anos que receberam medicamentos contendo tenofovir alafenamida durante 48 semanas. Os efeitos a longo prazo nos ossos em crescimento, incluindo risco de fratura, são incertos. É recomendada uma abordagem multidisciplinar. Biktarvy contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por comprimido, ou seja, é praticamente “isento de sódio”. <strong>INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS FORMAS DE INTERAÇÃO</strong>: O bictegravir é um substrato do CYP3A, da UGT1A1 e da gp-P e da BCRP. Biktarvy não é inibidor ou indutor do CYP <em>in vivo</em>. Biktarvy pode ser coadministrado com substratos do OCT2 e do MATE1. A coadministração de FTC com medicamentos que são eliminados por secreção tubular ativa pode aumentar as concentrações da FTC e/ou do medicamento coadministrado. Os medicamentos que diminuem a função renal podem aumentar as concentrações da FTC. O tenofovir alafenamida é transportado pela gp-P e pela BCRP. O tenofovir alafenamida não é um inibidor ou indutor do CYP3A <em>in vivo</em>. Biktarvy não deve ser administrado concomitantemente com medicamentos contendo tenofovir alafenamida, tenofovir disoproxil, lamivudina ou adefovir dipivoxil utilizados para o tratamento da infeção pelo VHB. Não se recomenda a coadministração de alguns medicamentos com Biktarvy: atazanavir, carbamazepina, ciclosporina (via IV ou oral), oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifapentina ou sucralfato. Biktarvy não deve ser coadministrado com outros medicamentos antirretrovíricos. Recomenda-se precaução quando bictegravir é associado com medicamentos conhecidos por inibirem a gp-P e/ou a BCRP (p. ex., macrólidos, ciclosporina, verapamilo, dronedarona, glecaprevir/pibrentasvir). <strong>EFEITOS INDESEJÁVEIS:</strong> RA frequentes: depressão, sonhos anormais, cefaleias, tonturas, diarreia, náuseas, fadiga e aumento de peso; RA pouco frequentes: anemia,ideação suicida, tentativa de suicídio (particularmente em doentes com história preexistente de depressão ou doença psiquiátrica), ansiedade, perturbações do sono, vómitos, dor abdominal, dispepsia, flatulência, hiperbilirrubinemia, angioedema, erupção cutânea, prurido, urticária e artralgia; RA raros: síndrome de Stevens-Johnson. Foi demonstrado que o bictegravir aumenta a creatinina sérica devido à inibição da secreção tubular da creatinina, no entanto, estas alterações não são consideradas como sendo clinicamente relevantes, uma vez que não refletem uma alteração da taxa de filtração glomerular. O perfil de segurança de Biktarvy em doentes adultos coinfetados pelo VIH/VHB foi semelhante ao de doentes com monoinfeção pelo VIH-1. Para mais informação, consultar o RCM completo disponível em: <a href="https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy">https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy</a>. Data de aprovação do RCM: dezembro 2025&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">PARA MAIS INFORMAÇÕES DEVERÁ CONTACTAR O TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO DE RECEITA MÉDICA RESTRITA, DE UTILIZAÇÃO RESERVADA A CERTOS MEIOS ESPECIALIZADOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO COM AVALIAÇÃO PRÉVIA CONCLUÍDA AO ABRIGO DO ART.º 25º DO DECRETO-LEI N.º 97/2015 DE 1 DE JUNHO PARA A APRESENTAÇÃO DE 30 COMPRIMIDOS EM BLISTER E NO TRATAMENTO DE DOENTES ADULTOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Informações elaboradas/revistas em: 22 dezembro 2025</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Gilead Sciences, Lda.<br>Atrium Saldanha, Praça Duque de Saldanha n.º 1 &#8211; 8.º A e B, 1050-094 Lisboa &#8211; Portugal<br>Informação médica através do n.º verde 800 207 489 ou <a href="mailto:informacaomedica@gilead.com">informacaomedica@gilead.com</a>&nbsp;&nbsp;<br>Tel.: 21 792 87 90 | N.º de contribuinte: 503 604 704 Pede-se que notifique qualquer informação de segurança, incluindo quaisquer suspeitas de reações adversas à Gilead Sciences por correio eletrónico para <a href="mailto:Safety_FC@gilead.com">Safety_FC@gilead.com</a> ou em alternativa por fax para + 1 650-522-5477 e/ou ao INFARMED através de <a href="http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram">http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram</a>.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">PT-BVY-0918</p>
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			</item>
		<item>
		<title>HIV Nursing Talks promove capacitação de enfermeiros para temas emergentes na área do VIH</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/entrevistas/hiv-nursing-talks-promove-capacitacao-de-enfermeiros-para-temas-emergentes-na-area-do-vih/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead, destacou-se pela capacitação de enfermeiros com experiência na área do VIH, oferecendo um programa ambicioso que abordou temas emergentes e complexos. Segundo André Silva, enfermeiro gestor de doenças infecciosas na ULS Santo António, o evento conseguiu explorar áreas que até agora eram pouco conhecidas ou pouco abordadas por [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/entrevistas/hiv-nursing-talks-promove-capacitacao-de-enfermeiros-para-temas-emergentes-na-area-do-vih/">HIV Nursing Talks promove capacitação de enfermeiros para temas emergentes na área do VIH</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead, destacou-se pela capacitação de enfermeiros com experiência na área do VIH, oferecendo um programa ambicioso que abordou temas emergentes e complexos. Segundo André Silva, enfermeiro gestor de doenças infecciosas na ULS Santo António, o evento conseguiu explorar áreas que até agora eram pouco conhecidas ou pouco abordadas por muitos profissionais, proporcionando ferramentas práticas e conhecimento atualizado para melhorar os cuidados prestados.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ANDRÉ SILVA_balanço (2)" src="https://player.vimeo.com/video/1191090042?h=1ed2c151c6&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O investimento na comunicação em enfermagem foi um dos pontos centrais, aliado à introdução de temas como <em>chemsex</em>, saúde mental e saúde metabólica. “Tentámos fazer um enquadramento com a organização de montarmos a nossa primeira consulta &#8216;naïve&#8217;, passando depois por workshops determinados para avançarmos para uma consulta de seguimento”, explica, destacando o carácter prático e estruturado do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para André Silva, esta abordagem permite criar bases sólidas para o acompanhamento das pessoas que vivem com VIH. “O objetivo foi mostrar aos colegas a diferenciação necessária e proporcionar-lhes ferramentas para responder de forma mais eficaz aos desafios que enfrentamos diariamente”, conclui, reforçando a importância da formação contínua e do compartilhamento de experiências na área da enfermagem em VIH.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HIV Nursing Talks realizou-se nos dias 6 e 7 de março de 2026 na Figueira da Foz.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">I<strong>NFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO BIKTARVY<sup>®</sup></strong><br><strong>NOME DO MEDICAMENTO E FORMA FARMACÊUTICA</strong>: Biktarvy 30 mg/20 mg/15 mg comprimidos revestidos por película | Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg comprimidos revestidos por película <strong>COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA</strong>: <em>Biktarvy 30 mg/120 mg/15 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 30 mg de bictegravir (BIC), 120 mg de emtricitabina (FTC) e tenofovir alafenamida fumarato (TAF) equivalente a 15 mg de tenofovir alafenamida. <em>Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 50 mg de BIC, 200 mg de FTC e TAF equivalente a 25 mg de tenofovir alafenamida. Para informação sobre excipientes, consultar o RCM completo. <strong>INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS:</strong> tratamento da infeção pelo vírus da imunodeficiência humana do tipo 1 (VIH-1) em adultos e doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14 kg sem evidência atual ou passada de resistência viral à classe dos inibidores da integrase, à emtricitabina ou ao tenofovir. <strong>POSOLOGIA E MODO DE ADMINISTRAÇÃO:</strong> <em>Doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14&nbsp;kg a menos de 25 kg: </em>um cp de 30/120/15mg tomado 1x dia. <em>Adultos e doentes pediátricos que pesem pelo menos 25 kg</em>: um cp de 50/200/25mg, 1x dia. Via oral, com ou sem alimentos. Os comprimidos não devem ser mastigados, esmagados ou divididos. Não é necessário um ajuste posológico de Biktarvy em doentes idosos, em doentes com uma depuração da creatinina (ClCr) estimada ≥ 30 ml/min e com peso ≥ 35 kg ou em doentes com compromisso hepático ligeiro ou moderado. Não é necessário um ajuste posológico em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica. No entanto, de uma forma geral Biktarvy deve ser evitado e apenas utilizado nestes doentes, caso se considere que os potenciais benefícios superam os potenciais riscos. Deve-se evitar iniciar‑se Biktarvy em doentes com uma ClCr estimada ≥ 15 ml/min e &lt; 30 ml/min, ou &lt; 15 ml/min que não estejam sujeitos a hemodiálise crónica. A utilização de Biktarvy não é recomendada em doentes com compromisso hepático grave. A segurança e eficácia de Biktarvy em crianças com menos de 2 anos de idade ou que pesem menos de 14kg não foram ainda estabelecidas. Biktarvy pode ser utilizado durante a gravidez se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. Além disso, a carga viral deve ser ainda mais monitorizada de perto, em conformidade com as orientações de tratamento estabelecidas. <strong>CONTRAINDICAÇÕES: </strong>Hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qualquer um dos excipientes. Coadministração com rifampicina e hipericão. <strong>ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ESPECIAIS DE UTILIZAÇÃO: </strong>Existem dados limitados sobre a segurança e eficácia de Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH-1 e vírus da hepatite C. O TAF é ativo contra o vírus da hepatite B (VHB). A descontinuação do tratamento com Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH e VHB pode estar associada a exacerbações agudas graves de hepatite. A segurança e a eficácia de Biktarvy em doentes com doenças hepáticas significativas subjacentes não foram estabelecidas. Durante a terapêutica antirretroviral pode ocorrer um aumento do peso e dos níveis de lípidos e glucose no sangue. Para os lípidos e para o peso, existe em alguns casos evidência de um efeito do tratamento. Para mais informação como gerir, consultar o RCM aprovado. Os análogos dos nucleosídeos e nucleótidos podem, num grau variável, ter um impacto na função mitocondrial. Existem notificações de disfunção mitocondrial em lactentes VIH negativos, expostos <em>in utero</em> e/ou após o nascimento a análogos dos nucleosídeos. Qualquer sintoma de inflamação deve ser avaliado e, quando necessário, instituído o tratamento. Foi notificada a ocorrência de doenças autoimunes (como a doença de Graves e a hepatite autoimune). Os doentes em tratamento com Biktarvy podem continuar a desenvolver infeções oportunistas e outras complicações da infeção pelo VIH. Foram notificados casos de osteonecrose, particularmente em doentes com doença por VIH avançada e/ou exposição prolongada a TA combinada. Foram notificados casos de compromisso renal pós-comercialização, incluindo insuficiência renal aguda e tubulopatia renal proximal com medicamentos que contêm tenofovir alafenamida. Não se pode excluir um risco potencial de nefrotoxicidade com Biktarvy. Recomenda-se avaliação da função renal em todos os doentes antes ou aquando do início do tratamento, bem como a sua monitorização durante o tratamento, conforme clinicamente adequado. Doentes que desenvolvam uma diminuição clinicamente significativa da função renal ou evidências de tubulopatia renal proximal, deve considerar-se a descontinuação de Biktarvy. As implicações do aumento da exposição à emtricitabina em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica tratados com Biktarvy permanecem desconhecidas. Biktarvy não deve ser coadministrado simultaneamente com antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio, alumínio, zinco ou ferro em jejum. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou com alimentos 2h depois de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio e/ou alumínio. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes de suplementos de ferro e/ou zinco ou tomado juntamente com alimentos em qualquer momento. Em doentes grávidas, são recomendados ajustes posológicos para a coadministração de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo catiões polivalentes. Nesta população Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar antiácidos ou suplementos contendo alumínio e/ou magnésio, independentemente da ingestão de alimentos. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio. Alternativamente, Biktarvy e medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio podem ser tomados simultaneamente, com alimentos, em qualquer momento. <em>População pediátrica</em>: Foram notificados casos de redução da DMO (≥ 4%) da coluna vertebral e do corpo total exceto a cabeça em doentes com idade entre os 3 e &lt; 12 anos que receberam medicamentos contendo tenofovir alafenamida durante 48 semanas. Os efeitos a longo prazo nos ossos em crescimento, incluindo risco de fratura, são incertos. É recomendada uma abordagem multidisciplinar. Biktarvy contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por comprimido, ou seja, é praticamente “isento de sódio”. <strong>INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS FORMAS DE INTERAÇÃO</strong>: O bictegravir é um substrato do CYP3A, da UGT1A1 e da gp-P e da BCRP. Biktarvy não é inibidor ou indutor do CYP <em>in vivo</em>. Biktarvy pode ser coadministrado com substratos do OCT2 e do MATE1. A coadministração de FTC com medicamentos que são eliminados por secreção tubular ativa pode aumentar as concentrações da FTC e/ou do medicamento coadministrado. Os medicamentos que diminuem a função renal podem aumentar as concentrações da FTC. O tenofovir alafenamida é transportado pela gp-P e pela BCRP. O tenofovir alafenamida não é um inibidor ou indutor do CYP3A <em>in vivo</em>. Biktarvy não deve ser administrado concomitantemente com medicamentos contendo tenofovir alafenamida, tenofovir disoproxil, lamivudina ou adefovir dipivoxil utilizados para o tratamento da infeção pelo VHB. Não se recomenda a coadministração de alguns medicamentos com Biktarvy: atazanavir, carbamazepina, ciclosporina (via IV ou oral), oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifapentina ou sucralfato. Biktarvy não deve ser coadministrado com outros medicamentos antirretrovíricos. Recomenda-se precaução quando bictegravir é associado com medicamentos conhecidos por inibirem a gp-P e/ou a BCRP (p. ex., macrólidos, ciclosporina, verapamilo, dronedarona, glecaprevir/pibrentasvir). <strong>EFEITOS INDESEJÁVEIS:</strong> RA frequentes: depressão, sonhos anormais, cefaleias, tonturas, diarreia, náuseas, fadiga e aumento de peso; RA pouco frequentes: anemia,ideação suicida, tentativa de suicídio (particularmente em doentes com história preexistente de depressão ou doença psiquiátrica), ansiedade, perturbações do sono, vómitos, dor abdominal, dispepsia, flatulência, hiperbilirrubinemia, angioedema, erupção cutânea, prurido, urticária e artralgia; RA raros: síndrome de Stevens-Johnson. Foi demonstrado que o bictegravir aumenta a creatinina sérica devido à inibição da secreção tubular da creatinina, no entanto, estas alterações não são consideradas como sendo clinicamente relevantes, uma vez que não refletem uma alteração da taxa de filtração glomerular. O perfil de segurança de Biktarvy em doentes adultos coinfetados pelo VIH/VHB foi semelhante ao de doentes com monoinfeção pelo VIH-1. Para mais informação, consultar o RCM completo disponível em: <a href="https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy">https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy</a>. Data de aprovação do RCM: dezembro 2025&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">PARA MAIS INFORMAÇÕES DEVERÁ CONTACTAR O TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO DE RECEITA MÉDICA RESTRITA, DE UTILIZAÇÃO RESERVADA A CERTOS MEIOS ESPECIALIZADOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO COM AVALIAÇÃO PRÉVIA CONCLUÍDA AO ABRIGO DO ART.º 25º DO DECRETO-LEI N.º 97/2015 DE 1 DE JUNHO PARA A APRESENTAÇÃO DE 30 COMPRIMIDOS EM BLISTER E NO TRATAMENTO DE DOENTES ADULTOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Informações elaboradas/revistas em: 22 dezembro 2025</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Gilead Sciences, Lda.<br>Atrium Saldanha, Praça Duque de Saldanha n.º 1 &#8211; 8.º A e B, 1050-094 Lisboa &#8211; Portugal<br>Informação médica através do n.º verde 800 207 489 ou <a href="mailto:informacaomedica@gilead.com">informacaomedica@gilead.com</a>&nbsp;&nbsp;<br>Tel.: 21 792 87 90 | N.º de contribuinte: 503 604 704 Pede-se que notifique qualquer informação de segurança, incluindo quaisquer suspeitas de reações adversas à Gilead Sciences por correio eletrónico para <a href="mailto:Safety_FC@gilead.com">Safety_FC@gilead.com</a> ou em alternativa por fax para + 1 650-522-5477 e/ou ao INFARMED através de <a href="http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram">http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram</a>.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">PT-BVY-0918</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/entrevistas/hiv-nursing-talks-promove-capacitacao-de-enfermeiros-para-temas-emergentes-na-area-do-vih/">HIV Nursing Talks promove capacitação de enfermeiros para temas emergentes na área do VIH</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Intervenção precoce e literacia são essenciais na prevenção de riscos associados ao chemsex, afirma especialista</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/entrevistas/intervencao-precoce-e-literacia-sao-essenciais-na-prevencao-de-riscos-associados-ao-chemsex-afirma-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A importância de uma abordagem informada e sensível às diferentes realidades das pessoas que vivem com VIH foi um dos temas discutidos por Tiago Atouguia Teixeira, da OPUS DIVERSIDADE, no workshop “Chemsex”, durante o HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead. O especialista sublinha que compreender as temáticas do chemsex e ter uma intervenção interseccional é [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/entrevistas/intervencao-precoce-e-literacia-sao-essenciais-na-prevencao-de-riscos-associados-ao-chemsex-afirma-especialista/">Intervenção precoce e literacia são essenciais na prevenção de riscos associados ao chemsex, afirma especialista</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A importância de uma abordagem informada e sensível às diferentes realidades das pessoas que vivem com VIH foi um dos temas discutidos por Tiago Atouguia Teixeira, da OPUS DIVERSIDADE, no workshop “Chemsex”, durante o HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead. O especialista sublinha que compreender as temáticas do <em>chemsex</em> e ter uma intervenção interseccional é fundamental para identificar riscos e reduzir estigmas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="TIAGO ATOUGUIA TEIXEIRA" src="https://player.vimeo.com/video/1186912958?h=cf07aa8dbf&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Segundo Tiago Atouguia Teixeira, é necessário ter literacia e consciência contínua sobre preconceitos e estigma. “Precisamos de ter <em>awareness</em> sobre estas questões para conseguirmos fazer uma intervenção adequada e sensível às necessidades de cada pessoa”, explica, reforçando que só assim é possível criar um espaço seguro e de confiança entre profissionais e utentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista destaca ainda a importância de identificar sinais precoces de comportamentos de risco. “Podemos, por exemplo, perceber há quanto tempo a pessoa já não faz sexo sóbrio ou quais são as motivações da semana. Se a única motivação for as festas de fim de semana, é um indicador de que a pessoa não está numa relação saudável com o <em>chemsex</em>”, alerta, sublinhando a necessidade de intervenção precoce e acompanhamento individualizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HIV Nursing Talks realizou-se nos dias 6 e 7 de março de 2026 na Figueira da Foz.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">I<strong>NFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO BIKTARVY<sup>®</sup></strong><br><strong>NOME DO MEDICAMENTO E FORMA FARMACÊUTICA</strong>: Biktarvy 30 mg/20 mg/15 mg comprimidos revestidos por película | Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg comprimidos revestidos por película <strong>COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA</strong>: <em>Biktarvy 30 mg/120 mg/15 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 30 mg de bictegravir (BIC), 120 mg de emtricitabina (FTC) e tenofovir alafenamida fumarato (TAF) equivalente a 15 mg de tenofovir alafenamida. <em>Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 50 mg de BIC, 200 mg de FTC e TAF equivalente a 25 mg de tenofovir alafenamida. Para informação sobre excipientes, consultar o RCM completo. <strong>INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS:</strong> tratamento da infeção pelo vírus da imunodeficiência humana do tipo 1 (VIH-1) em adultos e doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14 kg sem evidência atual ou passada de resistência viral à classe dos inibidores da integrase, à emtricitabina ou ao tenofovir. <strong>POSOLOGIA E MODO DE ADMINISTRAÇÃO:</strong> <em>Doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14&nbsp;kg a menos de 25 kg: </em>um cp de 30/120/15mg tomado 1x dia. <em>Adultos e doentes pediátricos que pesem pelo menos 25 kg</em>: um cp de 50/200/25mg, 1x dia. Via oral, com ou sem alimentos. Os comprimidos não devem ser mastigados, esmagados ou divididos. Não é necessário um ajuste posológico de Biktarvy em doentes idosos, em doentes com uma depuração da creatinina (ClCr) estimada ≥ 30 ml/min e com peso ≥ 35 kg ou em doentes com compromisso hepático ligeiro ou moderado. Não é necessário um ajuste posológico em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica. No entanto, de uma forma geral Biktarvy deve ser evitado e apenas utilizado nestes doentes, caso se considere que os potenciais benefícios superam os potenciais riscos. Deve-se evitar iniciar‑se Biktarvy em doentes com uma ClCr estimada ≥ 15 ml/min e &lt; 30 ml/min, ou &lt; 15 ml/min que não estejam sujeitos a hemodiálise crónica. A utilização de Biktarvy não é recomendada em doentes com compromisso hepático grave. A segurança e eficácia de Biktarvy em crianças com menos de 2 anos de idade ou que pesem menos de 14kg não foram ainda estabelecidas. Biktarvy pode ser utilizado durante a gravidez se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. Além disso, a carga viral deve ser ainda mais monitorizada de perto, em conformidade com as orientações de tratamento estabelecidas. <strong>CONTRAINDICAÇÕES: </strong>Hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qualquer um dos excipientes. Coadministração com rifampicina e hipericão. <strong>ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ESPECIAIS DE UTILIZAÇÃO: </strong>Existem dados limitados sobre a segurança e eficácia de Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH-1 e vírus da hepatite C. O TAF é ativo contra o vírus da hepatite B (VHB). A descontinuação do tratamento com Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH e VHB pode estar associada a exacerbações agudas graves de hepatite. A segurança e a eficácia de Biktarvy em doentes com doenças hepáticas significativas subjacentes não foram estabelecidas. Durante a terapêutica antirretroviral pode ocorrer um aumento do peso e dos níveis de lípidos e glucose no sangue. Para os lípidos e para o peso, existe em alguns casos evidência de um efeito do tratamento. Para mais informação como gerir, consultar o RCM aprovado. Os análogos dos nucleosídeos e nucleótidos podem, num grau variável, ter um impacto na função mitocondrial. Existem notificações de disfunção mitocondrial em lactentes VIH negativos, expostos <em>in utero</em> e/ou após o nascimento a análogos dos nucleosídeos. Qualquer sintoma de inflamação deve ser avaliado e, quando necessário, instituído o tratamento. Foi notificada a ocorrência de doenças autoimunes (como a doença de Graves e a hepatite autoimune). Os doentes em tratamento com Biktarvy podem continuar a desenvolver infeções oportunistas e outras complicações da infeção pelo VIH. Foram notificados casos de osteonecrose, particularmente em doentes com doença por VIH avançada e/ou exposição prolongada a TA combinada. Foram notificados casos de compromisso renal pós-comercialização, incluindo insuficiência renal aguda e tubulopatia renal proximal com medicamentos que contêm tenofovir alafenamida. Não se pode excluir um risco potencial de nefrotoxicidade com Biktarvy. Recomenda-se avaliação da função renal em todos os doentes antes ou aquando do início do tratamento, bem como a sua monitorização durante o tratamento, conforme clinicamente adequado. Doentes que desenvolvam uma diminuição clinicamente significativa da função renal ou evidências de tubulopatia renal proximal, deve considerar-se a descontinuação de Biktarvy. As implicações do aumento da exposição à emtricitabina em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica tratados com Biktarvy permanecem desconhecidas. Biktarvy não deve ser coadministrado simultaneamente com antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio, alumínio, zinco ou ferro em jejum. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou com alimentos 2h depois de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio e/ou alumínio. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes de suplementos de ferro e/ou zinco ou tomado juntamente com alimentos em qualquer momento. Em doentes grávidas, são recomendados ajustes posológicos para a coadministração de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo catiões polivalentes. Nesta população Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar antiácidos ou suplementos contendo alumínio e/ou magnésio, independentemente da ingestão de alimentos. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio. Alternativamente, Biktarvy e medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio podem ser tomados simultaneamente, com alimentos, em qualquer momento. <em>População pediátrica</em>: Foram notificados casos de redução da DMO (≥ 4%) da coluna vertebral e do corpo total exceto a cabeça em doentes com idade entre os 3 e &lt; 12 anos que receberam medicamentos contendo tenofovir alafenamida durante 48 semanas. Os efeitos a longo prazo nos ossos em crescimento, incluindo risco de fratura, são incertos. É recomendada uma abordagem multidisciplinar. Biktarvy contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por comprimido, ou seja, é praticamente “isento de sódio”. <strong>INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS FORMAS DE INTERAÇÃO</strong>: O bictegravir é um substrato do CYP3A, da UGT1A1 e da gp-P e da BCRP. Biktarvy não é inibidor ou indutor do CYP <em>in vivo</em>. Biktarvy pode ser coadministrado com substratos do OCT2 e do MATE1. A coadministração de FTC com medicamentos que são eliminados por secreção tubular ativa pode aumentar as concentrações da FTC e/ou do medicamento coadministrado. Os medicamentos que diminuem a função renal podem aumentar as concentrações da FTC. O tenofovir alafenamida é transportado pela gp-P e pela BCRP. O tenofovir alafenamida não é um inibidor ou indutor do CYP3A <em>in vivo</em>. Biktarvy não deve ser administrado concomitantemente com medicamentos contendo tenofovir alafenamida, tenofovir disoproxil, lamivudina ou adefovir dipivoxil utilizados para o tratamento da infeção pelo VHB. Não se recomenda a coadministração de alguns medicamentos com Biktarvy: atazanavir, carbamazepina, ciclosporina (via IV ou oral), oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifapentina ou sucralfato. Biktarvy não deve ser coadministrado com outros medicamentos antirretrovíricos. Recomenda-se precaução quando bictegravir é associado com medicamentos conhecidos por inibirem a gp-P e/ou a BCRP (p. ex., macrólidos, ciclosporina, verapamilo, dronedarona, glecaprevir/pibrentasvir). <strong>EFEITOS INDESEJÁVEIS:</strong> RA frequentes: depressão, sonhos anormais, cefaleias, tonturas, diarreia, náuseas, fadiga e aumento de peso; RA pouco frequentes: anemia,ideação suicida, tentativa de suicídio (particularmente em doentes com história preexistente de depressão ou doença psiquiátrica), ansiedade, perturbações do sono, vómitos, dor abdominal, dispepsia, flatulência, hiperbilirrubinemia, angioedema, erupção cutânea, prurido, urticária e artralgia; RA raros: síndrome de Stevens-Johnson. Foi demonstrado que o bictegravir aumenta a creatinina sérica devido à inibição da secreção tubular da creatinina, no entanto, estas alterações não são consideradas como sendo clinicamente relevantes, uma vez que não refletem uma alteração da taxa de filtração glomerular. O perfil de segurança de Biktarvy em doentes adultos coinfetados pelo VIH/VHB foi semelhante ao de doentes com monoinfeção pelo VIH-1. Para mais informação, consultar o RCM completo disponível em: <a href="https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy">https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy</a>. Data de aprovação do RCM: dezembro 2025&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">PARA MAIS INFORMAÇÕES DEVERÁ CONTACTAR O TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO DE RECEITA MÉDICA RESTRITA, DE UTILIZAÇÃO RESERVADA A CERTOS MEIOS ESPECIALIZADOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO COM AVALIAÇÃO PRÉVIA CONCLUÍDA AO ABRIGO DO ART.º 25º DO DECRETO-LEI N.º 97/2015 DE 1 DE JUNHO PARA A APRESENTAÇÃO DE 30 COMPRIMIDOS EM BLISTER E NO TRATAMENTO DE DOENTES ADULTOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Informações elaboradas/revistas em: 22 dezembro 2025</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Gilead Sciences, Lda.<br>Atrium Saldanha, Praça Duque de Saldanha n.º 1 &#8211; 8.º A e B, 1050-094 Lisboa &#8211; Portugal<br>Informação médica através do n.º verde 800 207 489 ou <a href="mailto:informacaomedica@gilead.com">informacaomedica@gilead.com</a>&nbsp;&nbsp;<br>Tel.: 21 792 87 90 | N.º de contribuinte: 503 604 704 Pede-se que notifique qualquer informação de segurança, incluindo quaisquer suspeitas de reações adversas à Gilead Sciences por correio eletrónico para <a href="mailto:Safety_FC@gilead.com">Safety_FC@gilead.com</a> ou em alternativa por fax para + 1 650-522-5477 e/ou ao INFARMED através de <a href="http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram">http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram</a>.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">PT-BVY-0918</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Saúde metabólica é essencial para melhorar a qualidade de vida de pessoas com VIH, alerta enfermeira</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/entrevistas/saude-metabolica-e-essencial-para-melhorar-a-qualidade-de-vida-de-pessoas-com-vih-alerta-enfermeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead, a saúde metabólica assumiu um papel central no acompanhamento de pessoas que vivem com VIH, defendendo-se que o acompanhamento especializado permite identificar e prevenir eventos indesejados, especialmente a nível cardiovascular. A opinião é de Carla Oliveira, enfermeira nas consultas externas de Infecciologia na ULSSA, que palestrou no [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/entrevistas/saude-metabolica-e-essencial-para-melhorar-a-qualidade-de-vida-de-pessoas-com-vih-alerta-enfermeira/">Saúde metabólica é essencial para melhorar a qualidade de vida de pessoas com VIH, alerta enfermeira</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante o HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead, a saúde metabólica assumiu um papel central no acompanhamento de pessoas que vivem com VIH, defendendo-se que o acompanhamento especializado permite identificar e prevenir eventos indesejados, especialmente a nível cardiovascular. A opinião é de Carla Oliveira, enfermeira nas consultas externas de Infecciologia na ULSSA, que palestrou no <em>workshop</em> “Consulta de Saúde Metabólica” e que sublinhou a importância de consultas regulares focadas na saúde metabólica para otimizar a qualidade de vida do doente. Assista ao depoimento da enfermeira.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="CARLA OLIVEIRA (2)" src="https://player.vimeo.com/video/1191090138?h=3847fe4ce9&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Carla Oliveira, a consulta de enfermagem permite avaliar parâmetros antropométricos e laboratoriais essenciais para a prevenção de complicações. “Com esta avaliação conseguimos identificar problemas e tentar solucioná-los com educação para a saúde, que é o nosso papel como enfermeiros”, afirma, destacando a importância de uma abordagem preventiva e individualizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista salienta que o acompanhamento metabólico não só previne eventos de saúde, como também contribui para uma maior adesão ao tratamento. A integração de regimes terapêuticos eficazes, como o Biktarvy, facilita a gestão da medicação em doentes polimedicados, garantindo que os tratamentos sejam compatíveis com a rotina e a qualidade de vida do paciente, uma vez que é de toma única.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carla Oliveira reforça ainda que os profissionais de saúde devem estar atentos ao impacto da medicação no perfil lipídico e no peso corporal dos doentes(1). “É fundamental que possamos oferecer soluções com bons perfis de segurança, eficazes e que contribuam para uma boa adesão terapêutica, sem comprometer a saúde metabólica”, conclui, lembrando que esta abordagem clínica é validada tanto por estudos como pela experiência diária nos serviços de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HIV Nursing Talks realizou-se nos dias 6 e 7 de março de 2026 na Figueira da Foz.&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">1.Durante a terapêutica antirretrovírica pode ocorrer um aumento do peso e dos níveis de lípidos e glucose no sangue. Estas alterações podem estar em parte associadas ao controlo da doença e ao estilo de vida. Para os lípidos e para o peso, existe em alguns casos evidência de um efeito do tratamento. 14</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">I<strong>NFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO BIKTARVY<sup>®</sup></strong><br><strong>NOME DO MEDICAMENTO E FORMA FARMACÊUTICA</strong>: Biktarvy 30 mg/20 mg/15 mg comprimidos revestidos por película | Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg comprimidos revestidos por película <strong>COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA</strong>: <em>Biktarvy 30 mg/120 mg/15 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 30 mg de bictegravir (BIC), 120 mg de emtricitabina (FTC) e tenofovir alafenamida fumarato (TAF) equivalente a 15 mg de tenofovir alafenamida. <em>Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 50 mg de BIC, 200 mg de FTC e TAF equivalente a 25 mg de tenofovir alafenamida. Para informação sobre excipientes, consultar o RCM completo. <strong>INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS:</strong> tratamento da infeção pelo vírus da imunodeficiência humana do tipo 1 (VIH-1) em adultos e doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14 kg sem evidência atual ou passada de resistência viral à classe dos inibidores da integrase, à emtricitabina ou ao tenofovir. <strong>POSOLOGIA E MODO DE ADMINISTRAÇÃO:</strong> <em>Doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14&nbsp;kg a menos de 25 kg: </em>um cp de 30/120/15mg tomado 1x dia. <em>Adultos e doentes pediátricos que pesem pelo menos 25 kg</em>: um cp de 50/200/25mg, 1x dia. Via oral, com ou sem alimentos. Os comprimidos não devem ser mastigados, esmagados ou divididos. Não é necessário um ajuste posológico de Biktarvy em doentes idosos, em doentes com uma depuração da creatinina (ClCr) estimada ≥ 30 ml/min e com peso ≥ 35 kg ou em doentes com compromisso hepático ligeiro ou moderado. Não é necessário um ajuste posológico em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica. No entanto, de uma forma geral Biktarvy deve ser evitado e apenas utilizado nestes doentes, caso se considere que os potenciais benefícios superam os potenciais riscos. Deve-se evitar iniciar‑se Biktarvy em doentes com uma ClCr estimada ≥ 15 ml/min e &lt; 30 ml/min, ou &lt; 15 ml/min que não estejam sujeitos a hemodiálise crónica. A utilização de Biktarvy não é recomendada em doentes com compromisso hepático grave. A segurança e eficácia de Biktarvy em crianças com menos de 2 anos de idade ou que pesem menos de 14kg não foram ainda estabelecidas. Biktarvy pode ser utilizado durante a gravidez se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. Além disso, a carga viral deve ser ainda mais monitorizada de perto, em conformidade com as orientações de tratamento estabelecidas. <strong>CONTRAINDICAÇÕES: </strong>Hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qualquer um dos excipientes. Coadministração com rifampicina e hipericão. <strong>ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ESPECIAIS DE UTILIZAÇÃO: </strong>Existem dados limitados sobre a segurança e eficácia de Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH-1 e vírus da hepatite C. O TAF é ativo contra o vírus da hepatite B (VHB). A descontinuação do tratamento com Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH e VHB pode estar associada a exacerbações agudas graves de hepatite. A segurança e a eficácia de Biktarvy em doentes com doenças hepáticas significativas subjacentes não foram estabelecidas. Durante a terapêutica antirretroviral pode ocorrer um aumento do peso e dos níveis de lípidos e glucose no sangue. Para os lípidos e para o peso, existe em alguns casos evidência de um efeito do tratamento. Para mais informação como gerir, consultar o RCM aprovado. Os análogos dos nucleosídeos e nucleótidos podem, num grau variável, ter um impacto na função mitocondrial. Existem notificações de disfunção mitocondrial em lactentes VIH negativos, expostos <em>in utero</em> e/ou após o nascimento a análogos dos nucleosídeos. Qualquer sintoma de inflamação deve ser avaliado e, quando necessário, instituído o tratamento. Foi notificada a ocorrência de doenças autoimunes (como a doença de Graves e a hepatite autoimune). Os doentes em tratamento com Biktarvy podem continuar a desenvolver infeções oportunistas e outras complicações da infeção pelo VIH. Foram notificados casos de osteonecrose, particularmente em doentes com doença por VIH avançada e/ou exposição prolongada a TA combinada. Foram notificados casos de compromisso renal pós-comercialização, incluindo insuficiência renal aguda e tubulopatia renal proximal com medicamentos que contêm tenofovir alafenamida. Não se pode excluir um risco potencial de nefrotoxicidade com Biktarvy. Recomenda-se avaliação da função renal em todos os doentes antes ou aquando do início do tratamento, bem como a sua monitorização durante o tratamento, conforme clinicamente adequado. Doentes que desenvolvam uma diminuição clinicamente significativa da função renal ou evidências de tubulopatia renal proximal, deve considerar-se a descontinuação de Biktarvy. As implicações do aumento da exposição à emtricitabina em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica tratados com Biktarvy permanecem desconhecidas. Biktarvy não deve ser coadministrado simultaneamente com antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio, alumínio, zinco ou ferro em jejum. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou com alimentos 2h depois de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio e/ou alumínio. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes de suplementos de ferro e/ou zinco ou tomado juntamente com alimentos em qualquer momento. Em doentes grávidas, são recomendados ajustes posológicos para a coadministração de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo catiões polivalentes. Nesta população Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar antiácidos ou suplementos contendo alumínio e/ou magnésio, independentemente da ingestão de alimentos. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio. Alternativamente, Biktarvy e medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio podem ser tomados simultaneamente, com alimentos, em qualquer momento. <em>População pediátrica</em>: Foram notificados casos de redução da DMO (≥ 4%) da coluna vertebral e do corpo total exceto a cabeça em doentes com idade entre os 3 e &lt; 12 anos que receberam medicamentos contendo tenofovir alafenamida durante 48 semanas. Os efeitos a longo prazo nos ossos em crescimento, incluindo risco de fratura, são incertos. É recomendada uma abordagem multidisciplinar. Biktarvy contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por comprimido, ou seja, é praticamente “isento de sódio”. <strong>INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS FORMAS DE INTERAÇÃO</strong>: O bictegravir é um substrato do CYP3A, da UGT1A1 e da gp-P e da BCRP. Biktarvy não é inibidor ou indutor do CYP <em>in vivo</em>. Biktarvy pode ser coadministrado com substratos do OCT2 e do MATE1. A coadministração de FTC com medicamentos que são eliminados por secreção tubular ativa pode aumentar as concentrações da FTC e/ou do medicamento coadministrado. Os medicamentos que diminuem a função renal podem aumentar as concentrações da FTC. O tenofovir alafenamida é transportado pela gp-P e pela BCRP. O tenofovir alafenamida não é um inibidor ou indutor do CYP3A <em>in vivo</em>. Biktarvy não deve ser administrado concomitantemente com medicamentos contendo tenofovir alafenamida, tenofovir disoproxil, lamivudina ou adefovir dipivoxil utilizados para o tratamento da infeção pelo VHB. Não se recomenda a coadministração de alguns medicamentos com Biktarvy: atazanavir, carbamazepina, ciclosporina (via IV ou oral), oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifapentina ou sucralfato. Biktarvy não deve ser coadministrado com outros medicamentos antirretrovíricos. Recomenda-se precaução quando bictegravir é associado com medicamentos conhecidos por inibirem a gp-P e/ou a BCRP (p. ex., macrólidos, ciclosporina, verapamilo, dronedarona, glecaprevir/pibrentasvir). <strong>EFEITOS INDESEJÁVEIS:</strong> RA frequentes: depressão, sonhos anormais, cefaleias, tonturas, diarreia, náuseas, fadiga e aumento de peso; RA pouco frequentes: anemia,<sup> </sup>ideação suicida, tentativa de suicídio (particularmente em doentes com história preexistente de depressão ou doença psiquiátrica), ansiedade, perturbações do sono, vómitos, dor abdominal, dispepsia, flatulência, hiperbilirrubinemia, angioedema, erupção cutânea, prurido, urticária e artralgia; RA raros: síndrome de Stevens-Johnson. Foi demonstrado que o bictegravir aumenta a creatinina sérica devido à inibição da secreção tubular da creatinina, no entanto, estas alterações não são consideradas como sendo clinicamente relevantes, uma vez que não refletem uma alteração da taxa de filtração glomerular. O perfil de segurança de Biktarvy em doentes adultos coinfetados pelo VIH/VHB foi semelhante ao de doentes com monoinfeção pelo VIH-1. Para mais informação, consultar o RCM completo disponível em: <a href="https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy">https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy</a>. Data de aprovação do RCM: dezembro 2025&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">PARA MAIS INFORMAÇÕES DEVERÁ CONTACTAR O TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO DE RECEITA MÉDICA RESTRITA, DE UTILIZAÇÃO RESERVADA A CERTOS MEIOS ESPECIALIZADOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO COM AVALIAÇÃO PRÉVIA CONCLUÍDA AO ABRIGO DO ART.º 25º DO DECRETO-LEI N.º 97/2015 DE 1 DE JUNHO PARA A APRESENTAÇÃO DE 30 COMPRIMIDOS EM BLISTER E NO TRATAMENTO DE DOENTES ADULTOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Informações elaboradas/revistas em: 22 dezembro 2025</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Gilead Sciences, Lda.<br>Atrium Saldanha, Praça Duque de Saldanha n.º 1 &#8211; 8.º A e B, 1050-094 Lisboa &#8211; Portugal<br>Informação médica através do n.º verde 800 207 489 ou <a href="mailto:informacaomedica@gilead.com">informacaomedica@gilead.com</a>&nbsp;&nbsp;<br>Tel.: 21 792 87 90 | N.º de contribuinte: 503 604 704 Pede-se que notifique qualquer informação de segurança, incluindo quaisquer suspeitas de reações adversas à Gilead Sciences por correio eletrónico para <a href="mailto:Safety_FC@gilead.com">Safety_FC@gilead.com</a> ou em alternativa por fax para + 1 650-522-5477 e/ou ao INFARMED através de <a href="http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram">http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram</a>.<br></p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">PT-BVY-0918</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/entrevistas/saude-metabolica-e-essencial-para-melhorar-a-qualidade-de-vida-de-pessoas-com-vih-alerta-enfermeira/">Saúde metabólica é essencial para melhorar a qualidade de vida de pessoas com VIH, alerta enfermeira</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Workshop sobre homens que fazem sexo com homens destaca papel da comunicação e da relação terapêutica no VIH</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/entrevistas/workshop-sobre-homens-que-fazem-sexo-com-homens-destaca-papel-da-comunicacao-e-da-relacao-terapeutica-no-vih/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comunicação centrada na pessoa e a promoção da adesão à terapêutica são aspetos fundamentais no acompanhamento de homens que fazem sexo com homens que vivem com VIH. A perspetiva é de Cláudia Ferreira, enfermeira do Hospital de Santa Maria, que participou como palestrante no workshop “Homens Que Fazem Sexo Com Homens”, integrado no HIV [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A comunicação centrada na pessoa e a promoção da adesão à terapêutica são aspetos fundamentais no acompanhamento de homens que fazem sexo com homens que vivem com VIH. A perspetiva é de Cláudia Ferreira, enfermeira do Hospital de Santa Maria, que participou como palestrante no <em>workshop</em> “Homens Que Fazem Sexo Com Homens”, integrado no HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead. Assista à entrevista completa.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="CLÁUDIA FERREIRA" src="https://player.vimeo.com/video/1186912725?h=466bff9010&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista, a especialista destacou que um dos principais desafios nesta população continua a ser a prevenção e a consistência de alguns comportamentos protetores. “Eu apontaria como o uso consistente do preservativo. É um grande desafio”, refere, acrescentando que a adesão à terapêutica também pode ser complexa devido a estilos de vida frequentemente marcados por viagens e rotinas pouco regulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, Cláudia Ferreira sublinha que a comunicação é um pilar central da relação terapêutica. “Uma comunicação centrada na pessoa foca-se naquilo que preocupa a pessoa. Isso dá chão para que ela consiga partilhar connosco aquilo que a preocupa”, explica. Para a enfermeira, este processo passa por uma abordagem baseada na escuta ativa, contacto direto e perguntas abertas, reforçando que “escutar é validar, e validar é cuidar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista destaca ainda que a qualidade da relação estabelecida entre profissionais de saúde e pessoas que vivem com VIH tem impacto direto na adesão à terapêutica. Nesse sentido, aponta opções terapêuticas como o Biktarvy como soluções relevantes no contexto clínico atual, salientando que “tem mostrado ser uma solução muito robusta”, não só pela eficácia mesmo em níveis de adesão subótimos(1), mas também pelo baixo perfil de interações medicamentosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HIV Nursing Talks realizou-se nos dias 6 e 7 de março de 2026 na Figueira da Foz.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">1.Biktarvy deve ser tomado na forma de 1 comprimido, 1 x por dia. Não se recomenda a utilização do medicamento de forma inconsistente com o RCM. Para mais informações sobre como proceder com doses esquecidas, consultar o RCM aprovado. 14</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">I<strong>NFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO BIKTARVY<sup>®</sup></strong><br><strong>NOME DO MEDICAMENTO E FORMA FARMACÊUTICA</strong>: Biktarvy 30 mg/20 mg/15 mg comprimidos revestidos por película | Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg comprimidos revestidos por película <strong>COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA</strong>: <em>Biktarvy 30 mg/120 mg/15 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 30 mg de bictegravir (BIC), 120 mg de emtricitabina (FTC) e tenofovir alafenamida fumarato (TAF) equivalente a 15 mg de tenofovir alafenamida. <em>Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 50 mg de BIC, 200 mg de FTC e TAF equivalente a 25 mg de tenofovir alafenamida. Para informação sobre excipientes, consultar o RCM completo. <strong>INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS:</strong> tratamento da infeção pelo vírus da imunodeficiência humana do tipo 1 (VIH-1) em adultos e doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14 kg sem evidência atual ou passada de resistência viral à classe dos inibidores da integrase, à emtricitabina ou ao tenofovir. <strong>POSOLOGIA E MODO DE ADMINISTRAÇÃO:</strong> <em>Doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14&nbsp;kg a menos de 25 kg: </em>um cp de 30/120/15mg tomado 1x dia. <em>Adultos e doentes pediátricos que pesem pelo menos 25 kg</em>: um cp de 50/200/25mg, 1x dia. Via oral, com ou sem alimentos. Os comprimidos não devem ser mastigados, esmagados ou divididos. Não é necessário um ajuste posológico de Biktarvy em doentes idosos, em doentes com uma depuração da creatinina (ClCr) estimada ≥ 30 ml/min e com peso ≥ 35 kg ou em doentes com compromisso hepático ligeiro ou moderado. Não é necessário um ajuste posológico em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica. No entanto, de uma forma geral Biktarvy deve ser evitado e apenas utilizado nestes doentes, caso se considere que os potenciais benefícios superam os potenciais riscos. Deve-se evitar iniciar‑se Biktarvy em doentes com uma ClCr estimada ≥ 15 ml/min e &lt; 30 ml/min, ou &lt; 15 ml/min que não estejam sujeitos a hemodiálise crónica. A utilização de Biktarvy não é recomendada em doentes com compromisso hepático grave. A segurança e eficácia de Biktarvy em crianças com menos de 2 anos de idade ou que pesem menos de 14kg não foram ainda estabelecidas. Biktarvy pode ser utilizado durante a gravidez se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. Além disso, a carga viral deve ser ainda mais monitorizada de perto, em conformidade com as orientações de tratamento estabelecidas. <strong>CONTRAINDICAÇÕES: </strong>Hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qualquer um dos excipientes. Coadministração com rifampicina e hipericão. <strong>ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ESPECIAIS DE UTILIZAÇÃO: </strong>Existem dados limitados sobre a segurança e eficácia de Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH-1 e vírus da hepatite C. O TAF é ativo contra o vírus da hepatite B (VHB). A descontinuação do tratamento com Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH e VHB pode estar associada a exacerbações agudas graves de hepatite. A segurança e a eficácia de Biktarvy em doentes com doenças hepáticas significativas subjacentes não foram estabelecidas. Durante a terapêutica antirretroviral pode ocorrer um aumento do peso e dos níveis de lípidos e glucose no sangue. Para os lípidos e para o peso, existe em alguns casos evidência de um efeito do tratamento. Para mais informação como gerir, consultar o RCM aprovado. Os análogos dos nucleosídeos e nucleótidos podem, num grau variável, ter um impacto na função mitocondrial. Existem notificações de disfunção mitocondrial em lactentes VIH negativos, expostos <em>in utero</em> e/ou após o nascimento a análogos dos nucleosídeos. Qualquer sintoma de inflamação deve ser avaliado e, quando necessário, instituído o tratamento. Foi notificada a ocorrência de doenças autoimunes (como a doença de Graves e a hepatite autoimune). Os doentes em tratamento com Biktarvy podem continuar a desenvolver infeções oportunistas e outras complicações da infeção pelo VIH. Foram notificados casos de osteonecrose, particularmente em doentes com doença por VIH avançada e/ou exposição prolongada a TA combinada. Foram notificados casos de compromisso renal pós-comercialização, incluindo insuficiência renal aguda e tubulopatia renal proximal com medicamentos que contêm tenofovir alafenamida. Não se pode excluir um risco potencial de nefrotoxicidade com Biktarvy. Recomenda-se avaliação da função renal em todos os doentes antes ou aquando do início do tratamento, bem como a sua monitorização durante o tratamento, conforme clinicamente adequado. Doentes que desenvolvam uma diminuição clinicamente significativa da função renal ou evidências de tubulopatia renal proximal, deve considerar-se a descontinuação de Biktarvy. As implicações do aumento da exposição à emtricitabina em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica tratados com Biktarvy permanecem desconhecidas. Biktarvy não deve ser coadministrado simultaneamente com antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio, alumínio, zinco ou ferro em jejum. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou com alimentos 2h depois de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio e/ou alumínio. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes de suplementos de ferro e/ou zinco ou tomado juntamente com alimentos em qualquer momento. Em doentes grávidas, são recomendados ajustes posológicos para a coadministração de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo catiões polivalentes. Nesta população Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar antiácidos ou suplementos contendo alumínio e/ou magnésio, independentemente da ingestão de alimentos. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio. Alternativamente, Biktarvy e medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio podem ser tomados simultaneamente, com alimentos, em qualquer momento. <em>População pediátrica</em>: Foram notificados casos de redução da DMO (≥ 4%) da coluna vertebral e do corpo total exceto a cabeça em doentes com idade entre os 3 e &lt; 12 anos que receberam medicamentos contendo tenofovir alafenamida durante 48 semanas. Os efeitos a longo prazo nos ossos em crescimento, incluindo risco de fratura, são incertos. É recomendada uma abordagem multidisciplinar. Biktarvy contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por comprimido, ou seja, é praticamente “isento de sódio”. <strong>INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS FORMAS DE INTERAÇÃO</strong>: O bictegravir é um substrato do CYP3A, da UGT1A1 e da gp-P e da BCRP. Biktarvy não é inibidor ou indutor do CYP <em>in vivo</em>. Biktarvy pode ser coadministrado com substratos do OCT2 e do MATE1. A coadministração de FTC com medicamentos que são eliminados por secreção tubular ativa pode aumentar as concentrações da FTC e/ou do medicamento coadministrado. Os medicamentos que diminuem a função renal podem aumentar as concentrações da FTC. O tenofovir alafenamida é transportado pela gp-P e pela BCRP. O tenofovir alafenamida não é um inibidor ou indutor do CYP3A <em>in vivo</em>. Biktarvy não deve ser administrado concomitantemente com medicamentos contendo tenofovir alafenamida, tenofovir disoproxil, lamivudina ou adefovir dipivoxil utilizados para o tratamento da infeção pelo VHB. Não se recomenda a coadministração de alguns medicamentos com Biktarvy: atazanavir, carbamazepina, ciclosporina (via IV ou oral), oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifapentina ou sucralfato. Biktarvy não deve ser coadministrado com outros medicamentos antirretrovíricos. Recomenda-se precaução quando bictegravir é associado com medicamentos conhecidos por inibirem a gp-P e/ou a BCRP (p. ex., macrólidos, ciclosporina, verapamilo, dronedarona, glecaprevir/pibrentasvir). <strong>EFEITOS INDESEJÁVEIS:</strong> RA frequentes: depressão, sonhos anormais, cefaleias, tonturas, diarreia, náuseas, fadiga e aumento de peso; RA pouco frequentes: anemia,<sup> </sup>ideação suicida, tentativa de suicídio (particularmente em doentes com história preexistente de depressão ou doença psiquiátrica), ansiedade, perturbações do sono, vómitos, dor abdominal, dispepsia, flatulência, hiperbilirrubinemia, angioedema, erupção cutânea, prurido, urticária e artralgia; RA raros: síndrome de Stevens-Johnson. Foi demonstrado que o bictegravir aumenta a creatinina sérica devido à inibição da secreção tubular da creatinina, no entanto, estas alterações não são consideradas como sendo clinicamente relevantes, uma vez que não refletem uma alteração da taxa de filtração glomerular. O perfil de segurança de Biktarvy em doentes adultos coinfetados pelo VIH/VHB foi semelhante ao de doentes com monoinfeção pelo VIH-1. Para mais informação, consultar o RCM completo disponível em: <a href="https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy">https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy</a>. Data de aprovação do RCM: dezembro 2025&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">PARA MAIS INFORMAÇÕES DEVERÁ CONTACTAR O TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO DE RECEITA MÉDICA RESTRITA, DE UTILIZAÇÃO RESERVADA A CERTOS MEIOS ESPECIALIZADOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO COM AVALIAÇÃO PRÉVIA CONCLUÍDA AO ABRIGO DO ART.º 25º DO DECRETO-LEI N.º 97/2015 DE 1 DE JUNHO PARA A APRESENTAÇÃO DE 30 COMPRIMIDOS EM BLISTER E NO TRATAMENTO DE DOENTES ADULTOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Informações elaboradas/revistas em: 22 dezembro 2025</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Gilead Sciences, Lda.<br>Atrium Saldanha, Praça Duque de Saldanha n.º 1 &#8211; 8.º A e B, 1050-094 Lisboa &#8211; Portugal<br>Informação médica através do n.º verde 800 207 489 ou <a href="mailto:informacaomedica@gilead.com">informacaomedica@gilead.com</a>&nbsp;&nbsp;<br>Tel.: 21 792 87 90 | N.º de contribuinte: 503 604 704 Pede-se que notifique qualquer informação de segurança, incluindo quaisquer suspeitas de reações adversas à Gilead Sciences por correio eletrónico para <a href="mailto:Safety_FC@gilead.com">Safety_FC@gilead.com</a> ou em alternativa por fax para + 1 650-522-5477 e/ou ao INFARMED através de <a href="http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram">http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram</a>.</p>



<p class="has-text-align-center has-small-font-size wp-block-paragraph">PT-BVY-0918<br></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Avaliação da saúde mental é essencial para garantir qualidade de vida nas pessoas com VIH</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/entrevistas/avaliacao-da-saude-mental-e-essencial-para-garantir-qualidade-de-vida-nas-pessoas-com-vih/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A avaliação da saúde mental deve integrar de forma obrigatória as consultas de seguimento das pessoas que vivem com VIH. A posição é defendida por Catarina Esteves, enfermeira do Hospital de Cascais, que coordenou o workshop “Saúde Mental / Qualidade de Vida” no âmbito do HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead. Em entrevista, a especialista [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/entrevistas/avaliacao-da-saude-mental-e-essencial-para-garantir-qualidade-de-vida-nas-pessoas-com-vih/">Avaliação da saúde mental é essencial para garantir qualidade de vida nas pessoas com VIH</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A avaliação da saúde mental deve integrar de forma obrigatória as consultas de seguimento das pessoas que vivem com VIH. A posição é defendida por Catarina Esteves, enfermeira do Hospital de Cascais, que coordenou o <em>workshop</em> “Saúde Mental / Qualidade de Vida” no âmbito do HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead. Em entrevista, a especialista destacou que esta dimensão é determinante para garantir uma melhor qualidade de vida às pessoas que vivem com a infeção. Assista ao depoimento na íntegra.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="CATARINA ESTEVES" src="https://player.vimeo.com/video/1186912395?h=6c0bb478f1&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo explica, a realidade do VIH encontra-se atualmente numa fase de transformação, marcada pelo envelhecimento da população que vive com o vírus. “Estamos a viver uma primeira geração de pessoas que está a envelhecer com VIH e aquilo que queremos garantir é que as pessoas vivam mais tempo, mas também com mais qualidade de vida”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, Catarina Esteves sublinha que a integração do rastreio da saúde mental nas consultas é essencial para alcançar o chamado “quarto 90”, associado à qualidade de vida das pessoas que vivem com VIH. “Se nós não conseguirmos incluir aqui a avaliação da saúde mental, nós não vamos conseguir atingir o objetivo do quarto 90”, alerta, acrescentando que este rastreio pode ser simples, breve e de fácil implementação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A enfermeira destaca ainda que esta avaliação tem impacto direto na gestão das emoções e no desenvolvimento de fatores protetores que influenciam positivamente o pensamento e os comportamentos das pessoas que vivem com a infeção. “O que queremos é que as pessoas tenham mais fatores protetores para terem emoções que promovam pensamentos e comportamentos que ganhem saúde. E isso é transformador”, refere.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro desafio apontado por Catarina Esteves é o estigma associado ao VIH, que continua a marcar profundamente a experiência das pessoas diagnosticadas, inclusive nos próprios serviços de saúde. Para a especialista, a mudança começa nos profissionais: “Se todos nós tivermos a informação correta e utilizarmos uma linguagem inclusiva, não estigmatizante, conseguimos ter um impacto muito grande na qualidade dos cuidados e na qualidade de vida das pessoas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HIV Nursing Talks realizou-se nos dias 6 e 7 de março de 2026 na Figueira da Foz.&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">I<strong>NFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO BIKTARVY<sup>®</sup></strong><br><strong>NOME DO MEDICAMENTO E FORMA FARMACÊUTICA</strong>: Biktarvy 30 mg/20 mg/15 mg comprimidos revestidos por película | Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg comprimidos revestidos por película <strong>COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA</strong>: <em>Biktarvy 30 mg/120 mg/15 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 30 mg de bictegravir (BIC), 120 mg de emtricitabina (FTC) e tenofovir alafenamida fumarato (TAF) equivalente a 15 mg de tenofovir alafenamida. <em>Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 50 mg de BIC, 200 mg de FTC e TAF equivalente a 25 mg de tenofovir alafenamida. Para informação sobre excipientes, consultar o RCM completo. <strong>INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS:</strong> tratamento da infeção pelo vírus da imunodeficiência humana do tipo 1 (VIH-1) em adultos e doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14 kg sem evidência atual ou passada de resistência viral à classe dos inibidores da integrase, à emtricitabina ou ao tenofovir. <strong>POSOLOGIA E MODO DE ADMINISTRAÇÃO:</strong> <em>Doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14&nbsp;kg a menos de 25 kg: </em>um cp de 30/120/15mg tomado 1x dia. <em>Adultos e doentes pediátricos que pesem pelo menos 25 kg</em>: um cp de 50/200/25mg, 1x dia. Via oral, com ou sem alimentos. Os comprimidos não devem ser mastigados, esmagados ou divididos. Não é necessário um ajuste posológico de Biktarvy em doentes idosos, em doentes com uma depuração da creatinina (ClCr) estimada ≥ 30 ml/min e com peso ≥ 35 kg ou em doentes com compromisso hepático ligeiro ou moderado. Não é necessário um ajuste posológico em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica. No entanto, de uma forma geral Biktarvy deve ser evitado e apenas utilizado nestes doentes, caso se considere que os potenciais benefícios superam os potenciais riscos. Deve-se evitar iniciar‑se Biktarvy em doentes com uma ClCr estimada ≥ 15 ml/min e &lt; 30 ml/min, ou &lt; 15 ml/min que não estejam sujeitos a hemodiálise crónica. A utilização de Biktarvy não é recomendada em doentes com compromisso hepático grave. A segurança e eficácia de Biktarvy em crianças com menos de 2 anos de idade ou que pesem menos de 14kg não foram ainda estabelecidas. Biktarvy pode ser utilizado durante a gravidez se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. Além disso, a carga viral deve ser ainda mais monitorizada de perto, em conformidade com as orientações de tratamento estabelecidas. <strong>CONTRAINDICAÇÕES: </strong>Hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qualquer um dos excipientes. Coadministração com rifampicina e hipericão. <strong>ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ESPECIAIS DE UTILIZAÇÃO: </strong>Existem dados limitados sobre a segurança e eficácia de Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH-1 e vírus da hepatite C. O TAF é ativo contra o vírus da hepatite B (VHB). A descontinuação do tratamento com Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH e VHB pode estar associada a exacerbações agudas graves de hepatite. A segurança e a eficácia de Biktarvy em doentes com doenças hepáticas significativas subjacentes não foram estabelecidas. Durante a terapêutica antirretroviral pode ocorrer um aumento do peso e dos níveis de lípidos e glucose no sangue. Para os lípidos e para o peso, existe em alguns casos evidência de um efeito do tratamento. Para mais informação como gerir, consultar o RCM aprovado. Os análogos dos nucleosídeos e nucleótidos podem, num grau variável, ter um impacto na função mitocondrial. Existem notificações de disfunção mitocondrial em lactentes VIH negativos, expostos <em>in utero</em> e/ou após o nascimento a análogos dos nucleosídeos. Qualquer sintoma de inflamação deve ser avaliado e, quando necessário, instituído o tratamento. Foi notificada a ocorrência de doenças autoimunes (como a doença de Graves e a hepatite autoimune). Os doentes em tratamento com Biktarvy podem continuar a desenvolver infeções oportunistas e outras complicações da infeção pelo VIH. Foram notificados casos de osteonecrose, particularmente em doentes com doença por VIH avançada e/ou exposição prolongada a TA combinada. Foram notificados casos de compromisso renal pós-comercialização, incluindo insuficiência renal aguda e tubulopatia renal proximal com medicamentos que contêm tenofovir alafenamida. Não se pode excluir um risco potencial de nefrotoxicidade com Biktarvy. Recomenda-se avaliação da função renal em todos os doentes antes ou aquando do início do tratamento, bem como a sua monitorização durante o tratamento, conforme clinicamente adequado. Doentes que desenvolvam uma diminuição clinicamente significativa da função renal ou evidências de tubulopatia renal proximal, deve considerar-se a descontinuação de Biktarvy. As implicações do aumento da exposição à emtricitabina em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica tratados com Biktarvy permanecem desconhecidas. Biktarvy não deve ser coadministrado simultaneamente com antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio, alumínio, zinco ou ferro em jejum. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou com alimentos 2h depois de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio e/ou alumínio. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes de suplementos de ferro e/ou zinco ou tomado juntamente com alimentos em qualquer momento. Em doentes grávidas, são recomendados ajustes posológicos para a coadministração de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo catiões polivalentes. Nesta população Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar antiácidos ou suplementos contendo alumínio e/ou magnésio, independentemente da ingestão de alimentos. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio. Alternativamente, Biktarvy e medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio podem ser tomados simultaneamente, com alimentos, em qualquer momento. <em>População pediátrica</em>: Foram notificados casos de redução da DMO (≥ 4%) da coluna vertebral e do corpo total exceto a cabeça em doentes com idade entre os 3 e &lt; 12 anos que receberam medicamentos contendo tenofovir alafenamida durante 48 semanas. Os efeitos a longo prazo nos ossos em crescimento, incluindo risco de fratura, são incertos. É recomendada uma abordagem multidisciplinar. Biktarvy contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por comprimido, ou seja, é praticamente “isento de sódio”. <strong>INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS FORMAS DE INTERAÇÃO</strong>: O bictegravir é um substrato do CYP3A, da UGT1A1 e da gp-P e da BCRP. Biktarvy não é inibidor ou indutor do CYP <em>in vivo</em>. Biktarvy pode ser coadministrado com substratos do OCT2 e do MATE1. A coadministração de FTC com medicamentos que são eliminados por secreção tubular ativa pode aumentar as concentrações da FTC e/ou do medicamento coadministrado. Os medicamentos que diminuem a função renal podem aumentar as concentrações da FTC. O tenofovir alafenamida é transportado pela gp-P e pela BCRP. O tenofovir alafenamida não é um inibidor ou indutor do CYP3A <em>in vivo</em>. Biktarvy não deve ser administrado concomitantemente com medicamentos contendo tenofovir alafenamida, tenofovir disoproxil, lamivudina ou adefovir dipivoxil utilizados para o tratamento da infeção pelo VHB. Não se recomenda a coadministração de alguns medicamentos com Biktarvy: atazanavir, carbamazepina, ciclosporina (via IV ou oral), oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifapentina ou sucralfato. Biktarvy não deve ser coadministrado com outros medicamentos antirretrovíricos. Recomenda-se precaução quando bictegravir é associado com medicamentos conhecidos por inibirem a gp-P e/ou a BCRP (p. ex., macrólidos, ciclosporina, verapamilo, dronedarona, glecaprevir/pibrentasvir). <strong>EFEITOS INDESEJÁVEIS:</strong> RA frequentes: depressão, sonhos anormais, cefaleias, tonturas, diarreia, náuseas, fadiga e aumento de peso; RA pouco frequentes: anemia,ideação suicida, tentativa de suicídio (particularmente em doentes com história preexistente de depressão ou doença psiquiátrica), ansiedade, perturbações do sono, vómitos, dor abdominal, dispepsia, flatulência, hiperbilirrubinemia, angioedema, erupção cutânea, prurido, urticária e artralgia; RA raros: síndrome de Stevens-Johnson. Foi demonstrado que o bictegravir aumenta a creatinina sérica devido à inibição da secreção tubular da creatinina, no entanto, estas alterações não são consideradas como sendo clinicamente relevantes, uma vez que não refletem uma alteração da taxa de filtração glomerular. O perfil de segurança de Biktarvy em doentes adultos coinfetados pelo VIH/VHB foi semelhante ao de doentes com monoinfeção pelo VIH-1. Para mais informação, consultar o RCM completo disponível em: <a href="https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy">https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy</a>. Data de aprovação do RCM: dezembro 2025&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">PARA MAIS INFORMAÇÕES DEVERÁ CONTACTAR O TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO DE RECEITA MÉDICA RESTRITA, DE UTILIZAÇÃO RESERVADA A CERTOS MEIOS ESPECIALIZADOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO COM AVALIAÇÃO PRÉVIA CONCLUÍDA AO ABRIGO DO ART.º 25º DO DECRETO-LEI N.º 97/2015 DE 1 DE JUNHO PARA A APRESENTAÇÃO DE 30 COMPRIMIDOS EM BLISTER E NO TRATAMENTO DE DOENTES ADULTOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Informações elaboradas/revistas em: 22 dezembro 2025</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Gilead Sciences, Lda.<br>Atrium Saldanha, Praça Duque de Saldanha n.º 1 &#8211; 8.º A e B, 1050-094 Lisboa &#8211; Portugal<br>Informação médica através do n.º verde 800 207 489 ou <a href="mailto:informacaomedica@gilead.com">informacaomedica@gilead.com</a>&nbsp;&nbsp;<br>Tel.: 21 792 87 90 | N.º de contribuinte: 503 604 704 Pede-se que notifique qualquer informação de segurança, incluindo quaisquer suspeitas de reações adversas à Gilead Sciences por correio eletrónico para <a href="mailto:Safety_FC@gilead.com">Safety_FC@gilead.com</a> ou em alternativa por fax para + 1 650-522-5477 e/ou ao INFARMED através de <a href="http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram">http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram</a>.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">PT-BVY-0918</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/entrevistas/avaliacao-da-saude-mental-e-essencial-para-garantir-qualidade-de-vida-nas-pessoas-com-vih/">Avaliação da saúde mental é essencial para garantir qualidade de vida nas pessoas com VIH</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Capacitar enfermeiros é chave para melhorar cuidados a pessoas que vivem com VIH, afirma especialista</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/entrevistas/capacitar-enfermeiros-e-chave-para-melhorar-cuidados-a-pessoas-que-vivem-com-vih-afirma-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 23:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myinfecciologia.pt/?p=1451</guid>

					<description><![CDATA[<p>A formação e o reforço de competências dos enfermeiros na área do VIH foi um dos temas centrais abordados por André Monteiro, do Hospital Beatriz Ângelo, durante o HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead. O profissional destacou a importância de combinar a experiência de quem trabalha na área há mais tempo com a energia e [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/entrevistas/capacitar-enfermeiros-e-chave-para-melhorar-cuidados-a-pessoas-que-vivem-com-vih-afirma-especialista/">Capacitar enfermeiros é chave para melhorar cuidados a pessoas que vivem com VIH, afirma especialista</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A formação e o reforço de competências dos enfermeiros na área do VIH foi um dos temas centrais abordados por André Monteiro, do Hospital Beatriz Ângelo, durante o HIV Nursing Talks, organizado pela Gilead. O profissional destacou a importância de combinar a experiência de quem trabalha na área há mais tempo com a energia e as novas perspetivas de profissionais recém-chegados, garantindo cuidados mais completos e adaptados às necessidades das pessoas que envelhecem com VIH. Assista à entrevista completa.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="ANDRÉ MONTEIRO" src="https://player.vimeo.com/video/1191463560?h=353810f596&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo André Monteiro, a comunicação e a empatia são essenciais para construir consultas de enfermagem eficazes. “A comunicação foi um tema transversal a todos, não só dos workshops, mas também das palestras. A palavra-chave é comunicação — e com empatia das equipas de enfermagem é que realmente conseguimos montar a consulta e acompanhar estas pessoas”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento abordou também temas emergentes, como <em>chemsex</em>, estratégias de comunicação, saúde metabólica e envelhecimento, muitas vezes ainda pouco explorados no dia a dia da enfermagem. Para o especialista, trazer profissionais de fora da área foi uma forma de enriquecer a experiência, estimulando reflexão e promovendo novas abordagens. “Conseguimos manter as pessoas ligadas e conectadas até ao final e saem daqui com o compromisso de melhorarem não só a sua comunicação, mas também a sua atuação no dia a dia”, sublinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">André Monteiro destaca que a simplificação do acompanhamento terapêutico permite aos enfermeiros focarem-se em outros aspetos da qualidade de vida dos utentes. “Quando conseguimos retirar preocupações relacionadas com a medicação, conseguimos dedicar mais atenção a tudo o que impacta a qualidade de vida destas pessoas, como envelhecimento saudável e bem-estar geral”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HIV Nursing Talks realizou-se nos dias 6 e 7 de março de 2026 na Figueira da Foz.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">I<strong>NFORMAÇÕES ESSENCIAIS COMPATÍVEIS COM O RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO BIKTARVY<sup>®</sup></strong><br><strong>NOME DO MEDICAMENTO E FORMA FARMACÊUTICA</strong>: Biktarvy 30 mg/20 mg/15 mg comprimidos revestidos por película | Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg comprimidos revestidos por película <strong>COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA</strong>: <em>Biktarvy 30 mg/120 mg/15 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 30 mg de bictegravir (BIC), 120 mg de emtricitabina (FTC) e tenofovir alafenamida fumarato (TAF) equivalente a 15 mg de tenofovir alafenamida. <em>Biktarvy 50 mg/200 mg/25 mg</em>: cada cp contém bictegravir sódico equivalente a 50 mg de BIC, 200 mg de FTC e TAF equivalente a 25 mg de tenofovir alafenamida. Para informação sobre excipientes, consultar o RCM completo. <strong>INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS:</strong> tratamento da infeção pelo vírus da imunodeficiência humana do tipo 1 (VIH-1) em adultos e doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14 kg sem evidência atual ou passada de resistência viral à classe dos inibidores da integrase, à emtricitabina ou ao tenofovir. <strong>POSOLOGIA E MODO DE ADMINISTRAÇÃO:</strong> <em>Doentes pediátricos com pelo menos 2 anos de idade e que pesem pelo menos 14&nbsp;kg a menos de 25 kg: </em>um cp de 30/120/15mg tomado 1x dia. <em>Adultos e doentes pediátricos que pesem pelo menos 25 kg</em>: um cp de 50/200/25mg, 1x dia. Via oral, com ou sem alimentos. Os comprimidos não devem ser mastigados, esmagados ou divididos. Não é necessário um ajuste posológico de Biktarvy em doentes idosos, em doentes com uma depuração da creatinina (ClCr) estimada ≥ 30 ml/min e com peso ≥ 35 kg ou em doentes com compromisso hepático ligeiro ou moderado. Não é necessário um ajuste posológico em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica. No entanto, de uma forma geral Biktarvy deve ser evitado e apenas utilizado nestes doentes, caso se considere que os potenciais benefícios superam os potenciais riscos. Deve-se evitar iniciar‑se Biktarvy em doentes com uma ClCr estimada ≥ 15 ml/min e &lt; 30 ml/min, ou &lt; 15 ml/min que não estejam sujeitos a hemodiálise crónica. A utilização de Biktarvy não é recomendada em doentes com compromisso hepático grave. A segurança e eficácia de Biktarvy em crianças com menos de 2 anos de idade ou que pesem menos de 14kg não foram ainda estabelecidas. Biktarvy pode ser utilizado durante a gravidez se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. Além disso, a carga viral deve ser ainda mais monitorizada de perto, em conformidade com as orientações de tratamento estabelecidas. <strong>CONTRAINDICAÇÕES: </strong>Hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qualquer um dos excipientes. Coadministração com rifampicina e hipericão. <strong>ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ESPECIAIS DE UTILIZAÇÃO: </strong>Existem dados limitados sobre a segurança e eficácia de Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH-1 e vírus da hepatite C. O TAF é ativo contra o vírus da hepatite B (VHB). A descontinuação do tratamento com Biktarvy em doentes coinfetados pelo VIH e VHB pode estar associada a exacerbações agudas graves de hepatite. A segurança e a eficácia de Biktarvy em doentes com doenças hepáticas significativas subjacentes não foram estabelecidas. Durante a terapêutica antirretroviral pode ocorrer um aumento do peso e dos níveis de lípidos e glucose no sangue. Para os lípidos e para o peso, existe em alguns casos evidência de um efeito do tratamento. Para mais informação como gerir, consultar o RCM aprovado. Os análogos dos nucleosídeos e nucleótidos podem, num grau variável, ter um impacto na função mitocondrial. Existem notificações de disfunção mitocondrial em lactentes VIH negativos, expostos <em>in utero</em> e/ou após o nascimento a análogos dos nucleosídeos. Qualquer sintoma de inflamação deve ser avaliado e, quando necessário, instituído o tratamento. Foi notificada a ocorrência de doenças autoimunes (como a doença de Graves e a hepatite autoimune). Os doentes em tratamento com Biktarvy podem continuar a desenvolver infeções oportunistas e outras complicações da infeção pelo VIH. Foram notificados casos de osteonecrose, particularmente em doentes com doença por VIH avançada e/ou exposição prolongada a TA combinada. Foram notificados casos de compromisso renal pós-comercialização, incluindo insuficiência renal aguda e tubulopatia renal proximal com medicamentos que contêm tenofovir alafenamida. Não se pode excluir um risco potencial de nefrotoxicidade com Biktarvy. Recomenda-se avaliação da função renal em todos os doentes antes ou aquando do início do tratamento, bem como a sua monitorização durante o tratamento, conforme clinicamente adequado. Doentes que desenvolvam uma diminuição clinicamente significativa da função renal ou evidências de tubulopatia renal proximal, deve considerar-se a descontinuação de Biktarvy. As implicações do aumento da exposição à emtricitabina em doentes adultos com doença renal terminal (ClCr estimada &lt; 15 ml/minuto) sujeitos a hemodiálise crónica tratados com Biktarvy permanecem desconhecidas. Biktarvy não deve ser coadministrado simultaneamente com antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio, alumínio, zinco ou ferro em jejum. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou com alimentos 2h depois de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo magnésio e/ou alumínio. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes de suplementos de ferro e/ou zinco ou tomado juntamente com alimentos em qualquer momento. Em doentes grávidas, são recomendados ajustes posológicos para a coadministração de antiácidos, medicamentos ou suplementos orais contendo catiões polivalentes. Nesta população Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar antiácidos ou suplementos contendo alumínio e/ou magnésio, independentemente da ingestão de alimentos. Biktarvy deve ser administrado, pelo menos, 2h antes ou 6h depois de tomar medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio. Alternativamente, Biktarvy e medicamentos ou suplementos orais contendo ferro, zinco ou cálcio podem ser tomados simultaneamente, com alimentos, em qualquer momento. <em>População pediátrica</em>: Foram notificados casos de redução da DMO (≥ 4%) da coluna vertebral e do corpo total exceto a cabeça em doentes com idade entre os 3 e &lt; 12 anos que receberam medicamentos contendo tenofovir alafenamida durante 48 semanas. Os efeitos a longo prazo nos ossos em crescimento, incluindo risco de fratura, são incertos. É recomendada uma abordagem multidisciplinar. Biktarvy contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por comprimido, ou seja, é praticamente “isento de sódio”. <strong>INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E OUTRAS FORMAS DE INTERAÇÃO</strong>: O bictegravir é um substrato do CYP3A, da UGT1A1 e da gp-P e da BCRP. Biktarvy não é inibidor ou indutor do CYP <em>in vivo</em>. Biktarvy pode ser coadministrado com substratos do OCT2 e do MATE1. A coadministração de FTC com medicamentos que são eliminados por secreção tubular ativa pode aumentar as concentrações da FTC e/ou do medicamento coadministrado. Os medicamentos que diminuem a função renal podem aumentar as concentrações da FTC. O tenofovir alafenamida é transportado pela gp-P e pela BCRP. O tenofovir alafenamida não é um inibidor ou indutor do CYP3A <em>in vivo</em>. Biktarvy não deve ser administrado concomitantemente com medicamentos contendo tenofovir alafenamida, tenofovir disoproxil, lamivudina ou adefovir dipivoxil utilizados para o tratamento da infeção pelo VHB. Não se recomenda a coadministração de alguns medicamentos com Biktarvy: atazanavir, carbamazepina, ciclosporina (via IV ou oral), oxcarbazepina, fenobarbital, fenitoína, rifabutina, rifapentina ou sucralfato. Biktarvy não deve ser coadministrado com outros medicamentos antirretrovíricos. Recomenda-se precaução quando bictegravir é associado com medicamentos conhecidos por inibirem a gp-P e/ou a BCRP (p. ex., macrólidos, ciclosporina, verapamilo, dronedarona, glecaprevir/pibrentasvir). <strong>EFEITOS INDESEJÁVEIS:</strong> RA frequentes: depressão, sonhos anormais, cefaleias, tonturas, diarreia, náuseas, fadiga e aumento de peso; RA pouco frequentes: anemia,ideação suicida, tentativa de suicídio (particularmente em doentes com história preexistente de depressão ou doença psiquiátrica), ansiedade, perturbações do sono, vómitos, dor abdominal, dispepsia, flatulência, hiperbilirrubinemia, angioedema, erupção cutânea, prurido, urticária e artralgia; RA raros: síndrome de Stevens-Johnson. Foi demonstrado que o bictegravir aumenta a creatinina sérica devido à inibição da secreção tubular da creatinina, no entanto, estas alterações não são consideradas como sendo clinicamente relevantes, uma vez que não refletem uma alteração da taxa de filtração glomerular. O perfil de segurança de Biktarvy em doentes adultos coinfetados pelo VIH/VHB foi semelhante ao de doentes com monoinfeção pelo VIH-1. Para mais informação, consultar o RCM completo disponível em: <a href="https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy">https://www.ema.europa.eu/en/medicines/human/EPAR/biktarvy</a>. Data de aprovação do RCM: dezembro 2025&nbsp;</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">PARA MAIS INFORMAÇÕES DEVERÁ CONTACTAR O TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO DE RECEITA MÉDICA RESTRITA, DE UTILIZAÇÃO RESERVADA A CERTOS MEIOS ESPECIALIZADOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">MEDICAMENTO COM AVALIAÇÃO PRÉVIA CONCLUÍDA AO ABRIGO DO ART.º 25º DO DECRETO-LEI N.º 97/2015 DE 1 DE JUNHO PARA A APRESENTAÇÃO DE 30 COMPRIMIDOS EM BLISTER E NO TRATAMENTO DE DOENTES ADULTOS.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Informações elaboradas/revistas em: 22 dezembro 2025</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Gilead Sciences, Lda.<br>Atrium Saldanha, Praça Duque de Saldanha n.º 1 &#8211; 8.º A e B, 1050-094 Lisboa &#8211; Portugal<br>Informação médica através do n.º verde 800 207 489 ou <a href="mailto:informacaomedica@gilead.com">informacaomedica@gilead.com</a>&nbsp;&nbsp;<br>Tel.: 21 792 87 90 | N.º de contribuinte: 503 604 704 Pede-se que notifique qualquer informação de segurança, incluindo quaisquer suspeitas de reações adversas à Gilead Sciences por correio eletrónico para <a href="mailto:Safety_FC@gilead.com">Safety_FC@gilead.com</a> ou em alternativa por fax para + 1 650-522-5477 e/ou ao INFARMED através de <a href="http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram">http://www.infarmed.pt/web/infarmed/submissaoram</a>.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">PT-BVY-0918</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/entrevistas/capacitar-enfermeiros-e-chave-para-melhorar-cuidados-a-pessoas-que-vivem-com-vih-afirma-especialista/">Capacitar enfermeiros é chave para melhorar cuidados a pessoas que vivem com VIH, afirma especialista</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Antibióticos em doentes em fim de vida: Alerta para risco de resistência e “prescrição cega”</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/entrevistas/antibioticos-em-doentes-em-fim-de-vida-alerta-para-risco-de-resistencia-e-prescricao-cega/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://myinfecciologia.pt/?p=1592</guid>

					<description><![CDATA[<p>A especialista de Medicina Interna, Iuri Correia, da Unidade de Cuidados Paliativos Agudos, Hospital CUF Tejo, considera ser importante de falar sobre o fim de vida fora dos congressos de cuidados paliativos para aumentar a literacia médica e a discussão neste campo. Assista às declarações. Palestrante no 31st Infection and Sepsis Symposium, a sua apresentação [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/entrevistas/antibioticos-em-doentes-em-fim-de-vida-alerta-para-risco-de-resistencia-e-prescricao-cega/">Antibióticos em doentes em fim de vida: Alerta para risco de resistência e “prescrição cega”</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A especialista de Medicina Interna,  Iuri Correia,  da Unidade de Cuidados Paliativos Agudos, Hospital CUF Tejo, considera ser importante de falar sobre o fim de vida fora dos congressos de cuidados paliativos para aumentar a literacia médica e a discussão neste campo. Assista às declarações.</p>



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<iframe loading="lazy" title="02_Iuri Correia" src="https://player.vimeo.com/video/1174457397?h=6d3cc53089&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Palestrante no 31st Infection and Sepsis Symposium, a sua apresentação centrou-se na utilização de antibióticos em doentes no fim de vida e nas limitações do diagnóstico de infeção, alertando para o &#8220;subdiagnóstico&#8221; por parte dos médicos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica internista realçou que o uso de antibióticos em doentes frágeis, com menor sobrevida, poderia contribuir &#8220;muito mais para a resistência, do que para o bem estar dos doentes&#8221;. A apresentação incluiu dados de um estudo multicêntrico em quatro hospitais portugueses, cujas conclusões indicaram que 50% das infeções presumidas não eram comprovadas, mas a antibioticoterapia cega era mantida. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, verificou-se o surgimento de bactérias multirresistentes nas infeções de fim de vida. Por fim, a especialista informou que mais de 50% dos antibióticos administrados eram de largo espectro, o que representava &#8220;mais uma pressão para resistência das próprias bactérias&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Antibióticos: a necessidade de mudar a mentalidade do prescritor</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/entrevistas/antibioticos-a-necessidade-de-mudar-a-mentalidade-do-prescritor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 17:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor do Serviço de Medicina Intensiva da ULS São João, José Artur Paiva, identificou, na sua palestra “Behaviour Analysis and Behaviour Change: Why and How”, a disparidade entre o conhecimento e o comportamento como o problema central em relação aos antibióticos. A intervenção decorreu na sessão “Human Behaviour and Quality Improvement in Health Units” [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O diretor do Serviço de Medicina Intensiva da ULS São João, <strong>José Artur Paiva,</strong> identificou, na sua palestra <em>“Behaviour Analysis and Behaviour Change: Why and How”</em>, a disparidade entre o conhecimento e o comportamento como o problema central em relação aos antibióticos. A intervenção decorreu na sessão <em>“Human Behaviour and Quality Improvement in Health Units</em>” do <em>31st Infection and Sepsis Symposium. </em>Assista às declarações.</p>



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<iframe loading="lazy" title="04_José Artur Paiva" src="https://player.vimeo.com/video/1174457564?h=80ce55d304&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Mencionando que tanto o cidadão, que está &#8220;ligeiramente acima da média&#8221; europeia em conhecimento sobre os riscos, quanto os clínicos possuem conhecimento significativo, mas o comportamento encontrava-se &#8220;desfasado do conhecimento&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O palestrante notou que o comportamento dos clínicos nem sempre estava de acordo com a evidência mais recente, o que era um problema geral na transposição do conhecimento para o comportamento adequado, processo que demorava cerca de sete anos. Para melhorar a prática, José Artur Paiva considera necessário apostar em estratégias de mudança comportamental, além das educacionais. Esta mudança passará pela capacitação individual e pela criação de um contexto que facilitasse a boa prescrição, o qual identificou como o &#8220;grande segredo&#8221; para a aceitação do programa “Drive-AMS”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista contrapôs o “Drive-AMS” com o programa tradicional em Portugal, o PAPA (Programa de Apoio à Prescrição de Antibiótico), que se baseava maioritariamente na correção da prescrição. O “Drive-AMS”, por sua vez, procura mudar não apenas a prescrição, mas sim o prescritor, criando um contexto facilitador das boas práticas, incluindo a criação de protocolos consensualizados internamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento, organizado e presidido por João Gonçalves Pereira, do Grupo de Infecção e Sepsis, teve como foco central a crescente preocupação com a resistência bacteriana e a necessidade de promover uma mudança de comportamento na prática clínica, especialmente no uso de antibióticos.</p>
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		<title>Um caso paradigmático da gestão do tratamento do VIH e coinfeções</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/entrevistas/um-caso-paradigmatico-da-gestao-do-tratamento-do-vih-e-coinfecoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[luispaiva@lpmcom.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 16:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Palestrante no simpósio da Gilead, Gonçalo Cruz, especialista em Infeciologia da ULS de Coimbra, apresentou um caso clínico que ilustra os desafios da terapêutica do VIH num doente com coinfeção e várias comorbilidades, bem como as vantagens da simplificação do regime terapêutico. Assista às declarações. A respeito do caso apresentado no simpósio “Mitos e Realidades [&#8230;]</p>
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Palestrante no simpósio da Gilead, Gonçalo Cruz, especialista em Infeciologia da ULS de Coimbra, apresentou um caso clínico que ilustra os desafios da terapêutica do VIH num doente com coinfeção e várias comorbilidades, bem como as vantagens da simplificação do regime terapêutico. Assista às declarações.
<div style="padding: 56.25% 0 0 0; position: relative;"><iframe style="position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%;" title="Gonçalo Cruz_ Mitos e Realidaes_ tratamento VIH" src="https://player.vimeo.com/video/1162530365?h=376c633a88&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0"></iframe></div>
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A respeito do caso apresentado no simpósio “Mitos e Realidades – Biktarvy Responde”, Gonçalo Cruz indica que o primeiro desafio, neste doente com coinfeção VIH-VHB, foi garantir cobertura terapêutica para o vírus da hepatite B (VHB), o que levou a uma mudança imediata do regime da terapêutica antirretrovírica (TAR). Adicionalmente, o doente apresentava doença renal crónica e alterações metabólicas, que eram agravadas pelo consumo excessivo de álcool.

O especialista descreveu a gestão do abuso de álcool como o desafio mais persistente e complexo. Como relatou, apesar da dificuldade, a cooperação em consulta ajudou a compreender a realidade do consumo. A estratégia adotada, segundo Gonçalo Cruz, passa por uma abordagem “muito próxima”, sem ser “drástica”, centrada na criação de expectativas realistas. Esta abordagem gradual visa, numa primeira fase, tratar a hepatite B, depois as alterações metabólicas e, por fim, abordar os hábitos etílicos.

Quanto à simplificação do regime terapêutico com Biktarvy, em doentes polimedicados, o especialista explica que a redução do número de comprimidos “favorece a adesão” ao tratamento, aumentando a probabilidade de o doente cumprir corretamente a terapêutica, o que contribui para a manutenção “de uma carga viral indetetável” e de um bom estado imunológico.

Por fim, o especialista da ULS de Coimbra referiu que, face à complexidade dos casos clínicos, o “recurso a ferramentas digitais é fundamental”, nomeadamente para a avaliação de interações medicamentosas. Atualmente, os clínicos dispõem de várias aplicações e plataformas de apoio à terapêutica do VIH, como a base de dados de interações do “Liverpool”, que já conta com uma versão em português, bem como o Medscape.
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