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	<title>My Infecciologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças infecciosas.</description>
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	<title>My Infecciologia</title>
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		<title>Oportunidade para jovens investigadores na IAS 2027. Candidaturas até 31 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 16:22:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A International AIDS Society (IAS) está à procura de um investigador ou cientista clínico em início ou meio de carreira, com menos de 35 anos, para integrar o Comité Organizador da IAS 2027. Esta é uma oportunidade para profissionais apaixonados pela investigação em VIH colaborarem com especialistas globais na definição do programa científico e no [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><br>A International AIDS Society (IAS) está à procura de um investigador ou cientista clínico em início ou meio de carreira, com menos de 35 anos, para integrar o Comité Organizador da IAS 2027. Esta é uma oportunidade para profissionais apaixonados pela investigação em VIH colaborarem com especialistas globais na definição do programa científico e no planeamento da conferência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os candidatos devem demonstrar impacto na área, capacidade de trabalho em equipa e fluência em inglês. As candidaturas estão abertas até 31 de julho de 2026.<br><br>Os candidatos para a posição de investigador ou cientista clínico devem reunir os seguintes requisitos: estatuto de início ou meio de carreira; idade inferior a 35 anos (em agosto de 2026); impacto demonstrado na área do VIH (por exemplo, através de investigação publicada); vontade de assumir responsabilidades e capacidade de promover a conferência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Devem ainda demonstrar capacidade para facilitar a transparência e a responsabilidade, aptidão para o trabalho colaborativo, proficiência em inglês (conhecimento de outros idiomas é valorizado) e um compromisso sólido com a diversidade e o princípio GIPA (Greater Involvement of People Living with HIV).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações e candidaturas <a href="https://forms.cloud.microsoft/Pages/ResponsePage.aspx?id=f_74E4DG7kuhFmNZHWvuMrPOmtOnQ99Lu9JuRq40qS1UMDFRWVcwNDVEOVZDTUVKSk8wN09WNkUyVy4u">aqui</a>. </p>
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		<title>Call to action para ultrapassar problemas de monitorização do VIH em Portugal</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/sida/call-to-action-para-ultrapassar-problemas-de-monitorizacao-do-vih-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 16:05:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SIDA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Melhorar a monitorização do VIH em Portugal passa por reforçar a capacidade de ligar, articular e usar a informação já existente, permitindo acompanhar de perto o percurso das pessoas e identificar barreiras de acesso aos cuidados de saúde. Esta é uma das principais conclusões do projeto HIVision &#8211; Diagnóstico sobre a monitorização do VIH em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Melhorar a monitorização do VIH em Portugal passa por reforçar a capacidade de ligar, articular e usar a informação já existente, permitindo acompanhar de perto o percurso das pessoas e identificar barreiras de acesso aos cuidados de saúde. Esta é uma das principais conclusões do projeto <em>HIVision &#8211; Diagnóstico sobre a monitorização do VIH em Portugal</em>, coordenado pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA de Lisboa (ENSP NOVA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, desenvolvido com o apoio da Gilead Sciences, resultou de um trabalho colaborativo e multissetorial que envolveu cerca de 30 peritos de instituições públicas de saúde, organizações de base comunitária, hospitais, associações e municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O desafio da informação dispersa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o relatório final, Portugal já dispõe de dados relevantes, experiência técnica e conhecimento acumulado na área do VIH. Contudo, o grande desafio reside no facto de a informação continuar dispersa, pouco articulada e nem sempre ser devolvida de forma útil a quem planeia, decide ou presta cuidados. Atualmente, embora seja possível acompanhar indicadores importantes, verifica-se uma grande dificuldade em monitorizar de forma longitudinal o percurso das pessoas, desde a prevenção e testagem até ao tratamento, retenção em cuidados e qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Teresa Magalhães, docente da ENSP NOVA e coordenadora da equipa do projeto, &#8220;Portugal já mostrou que consegue responder de forma robusta ao VIH&#8221;. A especialista defende que o país pode monitorizar melhor essa resposta através de &#8220;mais integração, mais continuidade e mais capacidade de transformar dados em ação&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ricardo Mestre, também coordenador do projeto e docente na ENSP NOVA, reforça que &#8220;monitorizar melhor não é apenas contar casos. É compreender o percurso das pessoas, devolver conhecimento útil aos profissionais e apoiar decisões mais inteligentes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Seis prioridades para o futuro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que Portugal consiga alinhar-se com as metas internacionais estabelecidas até 2030, o relatório do projeto <em>HIVision</em> apresenta um <em>Call to Action</em> estruturado em seis prioridades estratégicas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Reforçar e clarificar a governação da informação em VIH:</strong> Promover uma liderança clara, articulação institucional e responsabilidade partilhada.</li>



<li><strong>Estruturar a arquitetura de informação para o VIH:</strong> Transitar de uma lógica fragmentada para uma visão coordenada que integre fontes epidemiológicas, clínicas, laboratoriais e comunitárias.</li>



<li><strong>Implementar a monitorização longitudinal do percurso da pessoa:</strong> Garantir o acompanhamento do trajeto do utente ao longo do tempo (prevenção, testagem, cuidados e qualidade de vida).</li>



<li><strong>Valorizar e integrar dados comunitários:</strong> Dar visibilidade às necessidades e às populações que se encontram fora dos circuitos formais de saúde.</li>



<li><strong>Consolidar e operacionalizar a matriz de indicadores para o VIH:</strong> Assegurar que a informação seja consistente, comparável e útil para a decisão e reporte nacional e internacional.</li>



<li><strong>Disponibilizar informação estruturada para apoio à decisão:</strong> Garantir que os dados sejam acessíveis e acionáveis para profissionais e decisores.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto propõe, assim, uma agenda nacional e um roteiro faseado orientado para resultados. Os autores concluem que o contexto atual das Unidades Locais de Saúde (ULS) cria uma base privilegiada para integrar a informação e aproximar a tomada de decisão da prestação efetiva de cuidados de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao <a href="https://www.google.com/url?q=https://www.ensp.unl.pt/peritos-identificam-acoes-para-ultrapassar-problemas-de-monitorizacao-do-vih-em-portugal/&amp;source=gmail-imap&amp;ust=1782983983000000&amp;usg=AOvVaw3Lk5L3O_SlcrgQeoGQ8eGU#:~:text=https%3A//www.ensp.unl.pt/peritos%2Didentificam%2Dacoes%2Dpara%2Dultrapassar%2Dproblemas%2Dde%2Dmonitorizacao%2Ddo%2Dvih%2Dem%2Dportugal/.">relatório final</a>.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Investigadora da UCP recebe bolsa europeia &#8220;Proof of Concept&#8221; para desenvolver nova classe de antivirais</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/investigadora-da-ucp-recebe-bolsa-europeia-proof-of-concept-para-desenvolver-nova-classe-de-antivirais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:36:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A investigadora do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa (UCP), Maria João Amorim, foi distinguida com uma bolsa Proof of Concept (PoC) do Conselho Europeu de Investigação (ERC). O financiamento, no valor de 150.000 euros, será aplicado no desenvolvimento do projeto LOFlu_TREAT, que propõe uma abordagem inovadora para [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A investigadora do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa (UCP), Maria João Amorim, foi distinguida com uma bolsa Proof of Concept (PoC) do Conselho Europeu de Investigação (ERC). O financiamento, no valor de 150.000 euros, será aplicado no desenvolvimento do projeto LOFlu_TREAT, que propõe uma abordagem inovadora para combater o vírus da gripe A.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto visa criar uma nova classe de antivirais, denominada vRNP-clips, que atua de forma distinta dos tratamentos atuais. Enquanto os antivirais tradicionais focam-se na inibição de funções enzimáticas — alvos frequentes de mutações virais que conferem resistência —, a nova estratégia da equipa de Maria João Amorim centra-se no bloqueio das propriedades físicas das estruturas virais. Esta metodologia promete reduzir significativamente a capacidade do vírus desenvolver mecanismos de escape e aumentar a seletividade, minimizando o impacto em células saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O projeto, que denominamos por LOFlu_TREAT, representa uma mudança radical relativamente ao desenho tradicional de antivirais”, revela a investigadora Maria João Amorim, líder do projeto e do Laboratório de Biologia Celular da Infeção Viral do Centro de Investigação Biomédica (CBR) da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Portuguesa (UCP). “Em vez de inibir funções enzimáticas que os vírus conseguem frequentemente contornar através de mutações no RNA que codifica as enzimas e outras proteínas virais, a nossa estratégia visa bloquear as propriedades físicas das estruturas virais. Isto abre uma modalidade terapêutica completamente nova no campo dos antivirais,” explica a investigadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma duração prevista de 18 meses, o LOFlu_TREAT poderá ter um impacto que extravasa o tratamento da gripe. Segundo os investigadores do CBR, foram identificadas estruturas semelhantes noutros agentes patogénicos, como o VIH, o Ébola e o vírus sincicial respiratório, sugerindo que esta tecnologia poderá abrir caminho para uma nova geração de antivirais aplicável a diversas doenças infecciosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto pretende agora avançar até uma fase de validação pré-clínica, aproximando esta inovação de futuros ensaios em humanos e demonstrando o papel fundamental da investigação básica no desenvolvimento de soluções de saúde globais.</p>
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		<item>
		<title>19.ª Reunião Nacional do GEPCOI abre inscrições e submissão de resumos</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/eventos/9-a-reuniao-nacional-do-gepcoi-abre-inscricoes-e-submissao-de-resumos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Estudos Português da Coinfeção (GEPCOI) anuncia a realização da sua 19.ª Reunião Nacional, marcada para os dias 30 e 31 de outubro de 2026, no SDivine Fátima Hotel, em Fátima. O evento, que é uma referência no debate sobre o VIH, hepatites e outras coinfeções, terá como ponto de partida o 9.º [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Grupo de Estudos Português da Coinfeção (GEPCOI) anuncia a realização da sua 19.ª Reunião Nacional, marcada para os dias 30 e 31 de outubro de 2026, no SDivine Fátima Hotel, em Fátima. O evento, que é uma referência no debate sobre o VIH, hepatites e outras coinfeções, terá como ponto de partida o 9.º Curso GEPCOI, que decorrerá a 30 de outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições para o 9.º Curso GEPCOI já se encontram disponíveis. A organização alerta que as vagas são limitadas, pelo que os interessados deverão submeter o seu pedido de inscrição o quanto antes através dos canais oficiais da reunião.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Submissão de resumos: critérios e prazo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Coordenação Científica do GEPCOI já está a receber os resumos para avaliação, com data limite para a entrega dos resumos, no dia 25 de setembro de 2026.Para serem considerados, os trabalhos devem seguir as seguintes temáticas: Casuísticas ou casos clínicos no âmbito da infeção por VIH, coinfecções por vírus das hepatites e/ou IST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações <a href="https://www.congressogepcoi.com/_homex.aspx">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Porto acolhe congressos nacionais de doenças infeciosas e VIH/SIDA em novembro de 2026</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/eventos/porto-acolhe-congressos-nacionais-de-doencas-infeciosas-e-vih-sida-em-novembro-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:57:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Porto Hotel Porto Palácio será o palco do XVII Congresso Nacional de Doenças Infeciosas e Microbiologia Clínica e do XV Congresso Nacional VIH/SIDA, que decorrerão entre 25 e 28 de novembro de 2026. Sob a presidência de Lurdes Santos e Fernando Maltez, estes eventos conjuntos são organizados pela Sociedade Portuguesa de Doenças Infecciosas e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Porto Hotel Porto Palácio será o palco do XVII Congresso Nacional de Doenças Infeciosas e Microbiologia Clínica e do XV Congresso Nacional VIH/SIDA, que decorrerão entre 25 e 28 de novembro de 2026. Sob a presidência de Lurdes Santos e Fernando Maltez, estes eventos conjuntos são organizados pela Sociedade Portuguesa de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica (SPDIMC) e pela Associação Portuguesa para o Estudo Clínico da SIDA (APECS).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Programa Científico e formação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro terá início a 25 de novembro com uma série de cursos pré-congresso focados em áreas críticas como dermatologia, diagnóstico molecular, vacinologia clínica, otimização de antimicrobianos e o caminho para a cura do VIH.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão inaugural contará com uma conferência de abertura dedicada ao impacto das pandemias nas doenças infeciosas. Ao longo dos dias seguintes, o programa incluirá mesas redondas e conferências sobre temas de vanguarda, tais como: Novos paradigmas da antibioterapia e infeções da corrente sanguínea. Abordagem &#8220;One Health&#8221;, explorando a relação entre determinantes urbanos, alterações climáticas e doenças infeciosas. Infeções fúngicas emergentes e rastreio em populações migrantes. O futuro do VIH, incluindo o uso de Inteligência Artificial na prevenção e diagnóstico, bem como o estigma e a história da infeção.<br>E vírus tropicais negligenciados e reemergentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>S<strong>ubmissão de Trabalhos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A comunidade científica e clínica é convidada a submeter resumos até ao dia 10 de outubro de 2026. O congresso irá distinguir os melhores trabalhos apresentados com diversos prémios: melhor comunicação oral: 1.000,00 € e melhor poster: 750,00 €. COm prémios específicos para a área de Fungos (comunicação oral: 400,00 €; poster: 300,00 €).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Para mais informações sobre as inscrições e o programa detalhado, os interessados devem consultar o website oficial em www.congresso-spdimc-apecs.com.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>MOVIHMENTO AHORA promove a evolução do modelo de cuidados dirigido às pessoas com VIH</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/sida/movihmento-ahora-promove-a-evolucao-do-modelo-de-cuidados-dirigido-as-pessoas-com-vih/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 19:03:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SIDA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Estudo da SIDA (GeSIDA) e a Associação Portuguesa para o Estudo Clínico da SIDA (APECS), com a colaboração da Gilead Sciences, impulsionaram o desenvolvimento dos primeiros algoritmos para otimizar a identificação e a abordagem clínica de pessoas migrantes com VIH e de pessoas com VIH que praticam chemsex, promovendo uma resposta multidisciplinar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Grupo de Estudo da SIDA (GeSIDA) e a Associação Portuguesa para o Estudo Clínico da SIDA (APECS), com a colaboração da Gilead Sciences, impulsionaram o desenvolvimento dos primeiros algoritmos para otimizar a identificação e a abordagem clínica de pessoas migrantes com VIH e de pessoas com VIH que praticam chemsex, promovendo uma resposta multidisciplinar e adaptada às necessidades específicas destas populações em Espanha e Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses algoritmos foram criados para dar uma resposta prática e abrangente a desafios assistenciais para os quais ainda não existem protocolos homogéneos nos dois países, traduzindo para a prática clínica recomendações concretas e implementáveis a diferentes níveis, orientadas para melhorar o acesso aos cuidados de saúde, a continuidade assistencial, a adesão ao tratamento e a saúde a longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas linhas estratégicas inscrevem-se no âmbito do MOVIHMENTO AHORA, uma iniciativa da GeSIDA e da Gilead, que conta com o apoio da Associação RIS, CESIDA e SEISIDA, que promove uma evolução na abordagem da infeção por VIH, colocando o foco na forma de acompanhar as pessoas com o vírus ao longo da sua vida e na importância de escolher estratégias terapêuticas capazes de manter a sua cobertura de forma sustentada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Nas palavras de Marisa Álvarez, Medical Affairs Director da Gilead Sciences para Espanha e Portugal, “Na Gilead, acreditamos que a abordagem ao VIH deve integrar uma visão global e centrada na pessoa, que enquadre a sua saúde sob diferentes perspetivas e ao longo das várias fases da sua vida. Com o MOVIHMENTO AHORA, damos mais um passo nesse compromisso, apoiando as estratégias de cuidados que tenham em conta a complexidade real da vida das pessoas com VIH, especialmente aquelas com necessidades médicas importantes não atendidas, e que contribuam para proteger a sua saúde hoje e a longo prazo. Porque a vida é TUDO, menos simples.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Sobre esta iniciativa, a GeSIDA destacou a importância da colaboração multidisciplinar entre as equipas de Espanha e Portugal para o desenvolvimento de soluções adaptadas aos desafios atuais do tratamento da infeção por VIH. “Na GeSIDA, acreditamos que partilhar perspetivas diversas face a desafios comuns é fundamental para enriquecer as abordagens e avançar no sentido de respostas mais eficazes e centradas nas pessoas”, refere a Dra. María Velasco, infeciologista do Hospital de Alcorcón e Presidente da GeSIDA.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Por seu lado, Fernando Maltez, presidente da APECS e infeciologista na Unidade Local de Saúde São José, em Lisboa, apoia esta visão e destaca o valor de estratégias colaborativas para uma prestação de cuidados mais eficaz. “A colaboração entre as nossas sociedades é fundamental para promover uma intervenção mais uniforme, eficaz e produtiva, especialmente em áreas como a prevenção, o diagnóstico e o tratamento da infeção por VIH nas nossas populações”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um primeiro passo para avançar rumo a cuidados mais personalizados</strong><br>Os algoritmos resultam do trabalho conjunto de equipas multidisciplinares de Espanha e Portugal, coordenadas por María Velasco, infeciologista no Hospital de Alcorcón e presidente da GeSIDA, e por María Martínez, infeciologista no Hospital Clínic de Barcelona. Com base no consenso e na integração das perspetivas de profissionais de infeciologia, psiquiatria, enfermagem, psicologia e representantes da comunidade, estes algoritmos pretendem transferir para a prática clínica recomendações concretas e aplicáveis, de acordo com os recursos disponíveis em cada contexto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>No caso da população migrante, o algoritmo aborda áreas-chave, como o acesso ao sistema, a avaliação inicial e a retenção nos cuidados, dando prioridade à eliminação de barreiras, à flexibilidade organizacional e à adaptação à heterogeneidade e vulnerabilidade destas pessoas. Os cuidados clínicos da infeção por VIH e outras infeções centram&#8211;se numa história clínica completa, no início ou reinício rápido do tratamento antirretroviral, no controlo virológico precoce e na prevenção de coinfeções, como as da hepatite B e C, e de patologias importadas. Além disso, a abordagem prevê uma avaliação proativa e contínua da saúde mental, do impacto da jornada migratória e do estatuto de migrante, bem como do estigma, facilitando o acesso a recursos comunitários, sociais e jurídicos. Tudo isto, através de uma comunicação eficaz e culturalmente sensível, apoiada por mediadores-intérpretes, materiais adaptados e um ambiente seguro que promova a confiança e, consequentemente, a continuidade dos cuidados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Por seu lado, as recomendações do algoritmo centrado nas pessoas que praticam chemsex estruturam-se em quatro eixos complementares: uma identificação proativa e sensível do chemsex, incorporando perguntas de rastreio e uma linguagem acessível que facilite a deteção precoce; um tratamento clínico adequado do VIH e das IST, orientado para reforçar a adesão ao tratamento antirretroviral, manter o controlo da carga viral e prevenir o aparecimento de resistências, considerando possíveis interações com as substâncias recreativas utilizadas no chemsex e as dificuldades associadas a estas práticas; uma abordagem integral das comorbidades e dos aspetos psicossociais, que contemple de forma sistemática a saúde mental e sexual, com o objetivo de oferecer uma atenção mais global e coordenada; e um apoio inicial e acompanhamento contínuo, centrado na pessoa, isento de julgamentos e baseado numa entrevista motivacional, que facilite a ligação sustentada aos recursos de saúde, comunitários e psicossociais disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Este trabalho concretizou-se em dois trípticos que servirão de base para a divulgação inicial das recomendações através de diversos canais científicos e profissionais. Esses materiais incluem também um repositório digital de recursos e ferramentas de interesse tanto para os profissionais de saúde como para as pessoas com VIH e estão disponíveis nos sites de cada uma das sociedades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Com eles, o projeto MOVIHMENTO AHORA continua a dar passos para consolidar um modelo de cuidados mais equitativo e sensível à complexidade real da vida das pessoas com VIH, com o objetivo comum de proteger o seu bem-estar hoje e no futuro.</p>
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		<title>AMM em audição parlamentar: Debate sobre falhas no reconhecimento da COVID Longa e EM/SFC</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/amm-em-audicao-parlamentar-debate-sobre-falhas-no-reconhecimento-da-covid-longa-e-em-sfc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Aliança Millions Missing Portugal (AMM) levou à Comissão de Saúde da Assembleia da República uma petição premente sobre os desafios da COVID Longa e da Encefalomielite Miálgica/Síndrome de Fadiga Crónica (EM/SFC). A audição foi marcada pelo reconhecimento transversal, por parte dos deputados, das dificuldades estruturais que os doentes enfrentam no acesso a diagnóstico, acompanhamento [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Aliança Millions Missing Portugal (AMM) levou à Comissão de Saúde da Assembleia da República uma petição premente sobre os desafios da COVID Longa e da Encefalomielite Miálgica/Síndrome de Fadiga Crónica (EM/SFC). A audição foi marcada pelo reconhecimento transversal, por parte dos deputados, das dificuldades estruturais que os doentes enfrentam no acesso a diagnóstico, acompanhamento clínico e proteção social, num cenário que a AMM classifica como um “limbo clínico”.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da sessão, que decorreu a 28 de maio, representantes da AMM, especialistas e deputados discutiram a realidade vivida por milhares de pessoas em Portugal, frequentemente sem orientação clínica consistente e sujeitas a percursos prolongados sem diagnóstico, sem acompanhamento especializado ou orientação clínica coerente dentro do SNS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Durante a audição, Dora Sargento — médica de Medicina Interna e doente crónica após cinco infeções por Covid-19 — descreveu a experiência de passar de médica a doente e afirmou que o SNS “não está preparado” para responder adequadamente a estas patologias. Joan Serra Hoffman, presidente da AMM, sublinhou que estas patologias afetam frequentemente pessoas altamente funcionais antes da doença, alertando para o impacto devastador da ausência de respostas e os custos económicos associados: “A falta de resposta não diminui os custos, desloca e agrava-os para o SNS, Segurança Social, famílias, cuidadores, empresas e instituições.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os grupos parlamentares (PSD, Chega e PS) reconheceram a necessidade de aprofundar o conhecimento institucional e melhorar as respostas atuais, com abertura para analisar os contributos da AMM e promover a articulação entre DGS, sociedades científicas e Governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A AMM apresentou três prioridades:<br>-Reconhecimento formal da EM/SFC como doença multissistémica grave.<br>-Criação de um Grupo de Trabalho Técnico para desenvolver uma Norma Clínica Nacional.<br>-Definição de um Percurso Assistencial Mínimo no SNS.<br>-A AMM manifestou disponibilidade para continuar a colaborar na construção de soluções clinicamente adequadas e sustentáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>
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		<title>Programa da Conferência Internacional AIDS 2026 revelado online</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/eventos/programa-da-conferencia-internacional-aids-2026-revelado-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 12:04:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A International AIDS Society (IAS) revela online o programa da 26.ª Conferência Internacional AIDS 2026, que decorrerá de 26 a 31 de julho, no Rio de Janeiro (Brasil) e em formato virtual. Com o tema &#8220;Rethink, rebuild and rise&#8221;, a conferência surge num momento crítico, marcado por uma crise de financiamento sem precedentes e cortes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A International AIDS Society (IAS) revela online o programa  da 26.ª Conferência Internacional AIDS 2026, que decorrerá de 26 a 31 de julho, no Rio de Janeiro (Brasil) e em formato virtual. Com o tema &#8220;Rethink, rebuild and rise&#8221;, a conferência surge num momento crítico, marcado por uma crise de financiamento sem precedentes e cortes significativos em programas de VIH. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento pretende reunir investigadores, decisores políticos, profissionais de saúde, pessoas que vivem com VIH e a comunidade em geral para repensar modelos obsoletos e reconstruir sistemas de saúde centrados nas pessoas, através de políticas inclusivas, inovação e colaboração.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que esperar do programa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa online, já disponível para consulta, destaca-se pela sua abrangência. Mais de 150 sessões, incluindo apresentações plenárias, simpósios com oradores convidados, sessões de resumos orais, pré-conferências e eventos satélites.<br>Investigação científica, com mais de 2.400 pósteres, cuja maioria será apresentada presencialmente no Rio de Janeiro.<br>Global Village: Com entrada gratuita, a Global Village abrirá portas a 27 de julho, com uma agenda que será divulgada nas próximas semanas.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A IAS recomenda que os participantes explorem as duas secções do programa online – &#8220;Regular&#8221; (conferência) e &#8220;Satélites&#8221; (terceiras partes) – para um planeamento completo. As pré-conferências estão agendadas para o dia 26 de julho e podem ser consultadas no separador dedicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições para a AIDS 2026 continuam abertas. Para mais informações e para consultar o programa completo, visite <a href="https://www.iasociety.org/conferences/aids2026/about/overview">o site oficial da AIDS 2026.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Novidades da AIDS 2026 analisadas em webinar da IAS-USA</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/sida/novidades-da-aids-2026-analisadas-em-webinar-da-ias-usa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 11:43:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SIDA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Internacional Antiviral Society &#8211; USA (IAS -USA) vai realizar a 11 de agosto, um webinar dedicado à revisão e análise dos dados científicos apresentados durante a Internacional AIDS conference 2026, que decorre de 26 a 31 de julho, no Rio de Janeiro e em formato virtual .A apresentação será conduzida pela Dra. Brenda E. [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Internacional  Antiviral Society &#8211; USA (IAS -USA) vai realizar a 11 de agosto, um webinar dedicado à revisão e análise dos dados científicos apresentados durante a  Internacional AIDS conference 2026, que decorre de 26 a 31 de julho, no Rio de Janeiro e em formato virtual .A apresentação será conduzida pela Dra. Brenda E. Crabtree-Ramirez (Nacional de Ciencias Médicas y Nutrición, Salvador Zubirán), contando com a moderação da Dra. Marina Klein (McGill University).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão tem como objetivo central sintetizar os resultados mais relevantes do encontro mundial, avaliando o seu impacto clínico na prática diária. Com a constante evolução no tratamento, prevenção e gestão de comorbilidades no VIH, este webinar surge como uma oportunidade crucial para que os clínicos se mantenham atualizados com as mais recentes evidências científicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O webinar é dirigido a decisores clínicos, incluindo médicos, farmacêuticos, enfermeiros e outros profissionais de saúde envolvidos na investigação ou tratamento do VIH. Para obter créditos de educação médica (CME) ou certificado de participação, é necessária a inscrição individual. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações e inscrições <a href="https://www.iasusa.org/events/webinar-2026-crabtree-ramirez/">aqui</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Infecciologista português distinguido pela ESCMID</title>
		<link>https://myinfecciologia.pt/atualidade/infecciologista-portugues-distinguido-pela-escmid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 10:36:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O infecciologista Tomás Robalo Nunes, Diretor da Unidade Local do Programa de Prevenção e Controlo de Infeção e Resistência aos Antimicrobianos da ULS Almada-Seixal (ULSAS), foi recentemente reconhecido pela European Society of Clinical Microbiology and Infectious Diseases (ESCMID) como o melhor aluno do Programa Europeu de Certificação de Profissionais em Prevenção e Controlo de Infeção [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://myinfecciologia.pt/atualidade/infecciologista-portugues-distinguido-pela-escmid/">Infecciologista português distinguido pela ESCMID</a> aparece primeiro em <a href="https://myinfecciologia.pt">My Infecciologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading"></h1>



<p class="wp-block-paragraph">O infecciologista Tomás Robalo Nunes, Diretor da Unidade Local do Programa de Prevenção e Controlo de Infeção e Resistência aos Antimicrobianos da ULS Almada-Seixal (ULSAS), foi recentemente reconhecido pela European Society of Clinical Microbiology and Infectious Diseases (ESCMID) como o melhor aluno do Programa Europeu de Certificação de Profissionais em Prevenção e Controlo de Infeção (Certificação EUCIC) 2024-2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distinção foi entregue durante a cerimónia de graduação que decorreu em abril, no âmbito do Congresso ESCMID, em Munique. Esta pós-graduação de dois anos contou com a participação de cerca de três dezenas de alunos de diversas nacionalidades, com módulos ministrados em várias cidades europeias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista, o prémio foi uma &#8220;surpresa muito agradável&#8221;. Tomás Robalo Nunes sublinha que o projeto EUCIC representa os valores de colaboração e partilha que devem guiar a humanidade. “Projetos como o EUCIC podem funcionar como um farol que nos guia nos momentos mais difíceis”, afirmou, destacando que a aprendizagem sobre prevenção e controlo de infeções permitirá “melhorar a cultura de segurança nos nossos hospitais e comunidades”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comunicado, a ULSAS congratulou o médico pela conquista, reforçando que esta certificação europeia constitui uma mais-valia para o serviço, para a instituição e, fundamentalmente, para os utentes. O reconhecimento da excelência dos seus profissionais é, para a ULSAS, um motivo de enorme orgulho institucional.</p>
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