Conhecemos hoje, melhor do que nunca, a população microbiológica associada aos doentes com infeção que tratamos na Medicina Interna. Para isto contribui uma crescente capacidade laboratorial para a sua identificação e pela consciência da necessidade do conhecimento – para cada realidade epidemiológica – do seu padrão de sensibilidade/resistências aos antibióticos.…
Por favor faça login ou registe-se para aceder a este conteúdo

